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20 Junho de 2016 | 18h48 - Actualizado em 20 Junho de 2016 | 18h47

Moxico: Ministério da Agricultura relança cultivo de arroz

Camanongue - A produção do arroz em grande escala será relançada este ano na província do Moxico, para voltar a assumir o seu papel de um dos maiores produtor deste cereal, anunciou hoje, no município de Camanongue, o ministro da Agricultura, Afonso Pedro Canga.

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Plantação de Arroz

Foto: António Escrivão/Arquivo

O ministro assegurou que o projecto de estudo das antigas zonas férteis para semear o arroz já foi concluído e foi idealizado pelos agricultores locais e apoiado pelo Executivo angolano para contribuir na diversificação económica e diminuir a importação.

O ministro lembrou que a província do Moxico possui áreas abundantes com recursos hídricos e estudos de reavaliação dos hectares com lençóis de água, além de terras férteis para o cultivo, em grande escala, do arroz.

Disse que neste momento decorre a implementação das políticas de potenciar os agricultores locais, ensinando-lhes as novas tecnologias e meios modernos para alavancar o processo, para voltar a colocar a província entre as regiões mais produtoras deste cereal.

Afonso Pedro Canga defendeu ser necessário a intervenção de empresários fortes e com tecnologias avançadas para o sucesso da actividade, de modo a ajudar a industrializar a região no domínio do cultivo e descasque do produto e abastecer também os mercados das províncias vizinhas.

Ainda sobre o crescimento económico, o ministro da Agricultura considera que a aposta na agricultura pode contribuir no crescimento parcimonioso do país e garantir o aumento do rendimento nacional.

Referiu que o factor chave desse potencial reside na rápida comercialização dos produtos provenientes dos pequenos produtores, centradas na produção do milho, arroz, soja, feijão e hortícolas.

Defendeu que para haver maior sustentabilidade e promover o rápido crescimento económico do país, por via da agricultura, é necessário em primeira instância incentivar os pequenos agricultores com meios de transportes, sementes e instrumentos de trabalho, de modo a aumentar a produção.

Assegurou que o seu pelouro contínua a trabalhar para alcançar tais objectivos, visando a redução da pobreza, apostar no investimento de grande capacidade técnica em infra-estruturas agrícolas e incentivar a participação do sector privado no fornecimento de fertilizantes.

Afirmou que o sector agrário constitui-se num dos que mais rapidamente consegue-se reduzir a pobreza e a fome, além de ser um factor de aceleração do crescimento económico das famílias camponesas.

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