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20 Setembro de 2016 | 14h16 - Actualizado em 20 Setembro de 2016 | 15h28

Angola: Responsável lamenta elevadas perdas de cereais em África

Luanda - O secretário de Estado para Agricultura, José Amaro Tati, lamentou hoje, terça-feira, os elevados níveis de perdas de cereais, especialmente em África, onde a insegurança alimentar e nutricional continuam a ser um grande desafio.

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José Amaro Tati - Secretário de Estado para Agricultura

Foto: Lucas Neto

Ao falar no workshop sobre a redução de perdas e desperdícios de alimentos no subsector da mandioca e do milho em Angola, o responsável disse que deve haver redução das perdas agrícolas pós-colheita, através de melhorias sistemáticas na eficiência e sustentabilidade das cadeias alimentares.

“Embora exista um leque de soluções e técnicas para reduzir as perdas de alimentos, há imenso espaço para aumentar a comercialização e capacitação em reduzir as perdas de alimentos, através de melhorias sistemáticas na eficiência e sustentabilidade das cadeias alimentares”, disse.

Este encontro enquadra-se no âmbito do projecto regional denominado desenvolvimento de estratégias de redução das perdas alimentares dos pequenos produtores de Angola. É uma acção que se enquadra na iniciativa de parceria renovada de África para erradicar a fome até 2025.

O projecto não apenas se focaliza na redução das perdas agrícola pós-colheita de alimentos, mas fornece soluções técnicas através da formulação e posterior implementação de estratégias e políticas, adoptando uma abordagem histórica em toda cadeia de valor.

“De nada vale aumentar a produção e a produtividade, quando isto não representa aumento do consumo destes produtos, pelo contrário produzimo-los para ser deitado fora, isto é um desperdício do nosso trabalho e a continuidade do cenário de fome”, disse.

Participaram deste workshop, realizado pela FAO em parceria com o Ministério da Agricultura da República de Angola, representantes de instituições governamentais, embaixadas do Brasil e da Itália em Angola, doadores internacionais e parceiros, sector privado e as Agências das Nações Unidas.

Assuntos Agricultura   Economia  

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