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11 Janeiro de 2017 | 17h23 - Actualizado em 11 Janeiro de 2017 | 17h53

Angola: Aldeia Solar de Cabiri pode ser habitada nos próximos meses

Icolo e Bengo - O projecto habitacional designado Aldeia Solar, com 500 casas, localizada na comuna de Cabiri, município de Icolo e Bengo, em Luanda, vai receber os primeiros habitantes nos próximos meses, de acordo com uma orientação do governador, Higino Carneiro.

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Um ângulo da Aldeia Solar em Cabire (arquivo)

Foto: Lucas Neto

Para o efeito, foi criada uma comissão que vai fazer o levantamento do estado das residências e só depois poderão ser entregues aos primeiros moradores, num processo que deverá durar pelo menos 30 dias.

Essa medida do governador provincial de Luanda foi tomada após uma visita de constatação realizada hoje (quarta-feira) a Aldeia Solar, durante a qual Higino Carneiro esteve acompanhado dos ministros da Construção, Artur Andrade e da Agricultura, Marcos Nhunga.

Para coordenar a comissão de avaliação, Higino Carneiro indicou o administrador municipal de Icolo e Bengo, Adriano Mendes de Carvalho.

A Aldeia Solar foi inaugurada, pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, a 19 de Fevereiro de 2014, para alojar a população que vive em situação de risco nos bairros de Kassanjo e Honga Zanga, na comuna de Cabiri.

A aldeia comporta várias infra-estruturas sociais, nomeadamente, um posto de saúde, uma escola do ensino primário e I ciclo, um campo de futebol onze e um Njango comunitário. Cada casa possui um lote de terreno para que os habitantes pratiquem agricultura e a criação de animais domésticos.

Em declarações à Angop, a administradora municipal adjunta para esfera Política, Social e das Comunidades, Margarida Pedro, visivelmente satisfeita, afirmou que as orientações baixadas pelo governador serão escrupulosamente cumpridas, porque a população da região já estava insatisfeita com a demora na entrega das habitações.

Segundo Margarida Pedro, muitas residências estão em degradação pela acção das chuvas, ventos e do sol. “Algumas estavam a ser vandalizadas por pessoas desconhecidas”.

A decisão foi bem recebida e a nós só resta arregaçar as mangas e trabalhar para materializar a orientação dentro dos prazos previstos, frisou.

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