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01 Fevereiro de 2017 | 19h32 - Actualizado em 01 Fevereiro de 2017 | 19h43

Angola: Investidores não residentes poderão apostar no mercado de capitais

Luanda - Uma estratégia concertada entre a Comissão de Mercados de Capitais, o Banco Nacional de Angola (BNA) e ARSSEG poderá ser estabelecida, a curto prazo, para possibilitar aos investidores não residentes a investirem no mercado de capitais de Angola.

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presidente do Conselho de Administração da CMC, Vera Daves (arquivo)

Foto: Rosário dos Santos

Essa possibilidade  foi avançada, hoje, quarta-feira, em Luanda, pela presidente do Conselho de Administração  da Comissão de Mercados de Capitais (CMC),Vera Daves,  à margem do  V  Encontro Anual de Quadros  da instituição adstrita ao Ministério das Finanças.

“Sobre a  educação  financeira ainda há muito a ser feito, desafiando  uma  estratégia concertada entre  CMC, BNA e ARSSEG,  vamos  trabalhar e temos desafiado a possibilidade dos  investidores  não residentes  a  investirem  no mercado de capitais  de Angola”,  afirmou.

 De acordo com a  presidente do Conselho de Administração,  passos  importantes  foram  dados  e  está-se  perto  do  Banco Nacional  de  Angola (BNA)  publicar  um  aviso,  com  determinadas  condições  e limites, para que os  investidores  não residentes  possam  também  fazer parte do  mercado  financeiro.

Com  este propósito  quer-se  trazer  ao país fluxos  de capitais  sem  colocar em causa a estabilidade financeira, de acordo com  Vera Daves.

  A CMC  elaborou  dois  projectos com vista a tornar  material à  realidade  do mercado  accionista, preparando aquelas que  são as empresas  que vão  abrir o seu capital para o mercado accionista.

 Outro plano estará  voltado às  pequenas  e medias  empresas que  não  tem  tanta  dimensão,  para prepara-las para cotarem  no  mercado  de acções,  mas de balcão organizado.

Com estes  dois  programas, a  CMC  quer  mostrar às empresas o que é necessário  para  se tornarem  numa  sociedade aberta,  que requisitos  devem  obedecer  e qual o caminho  que as espera para o efeito.

Para o  quinquénio 2017/2022, a CMC  vai continuar a  activar os mais  variados  segmentos,  como o  Mercado de  Acções,  aprofundar o  Mercado de Divida Pública e no  Mercado de  Fundos de  Investimentos.

 “Os pilares  são os mesmos, mas vamos  os adequar  para as acções à conjuntura económica, para que permitam acomodar as reais  situações das empresas,  mostrando que o  mercado de capitais  apresenta  oportunidades de investimentos  para  o desenvolvendo”,  assegurou Vera Daves.

A regulação, supervisão e promoção, são os pontos  basilares identificados pela  Comissão de Mercados de Capitais (CMC)  para o quinquénio 2017/2022, que  serão  repercutidos em ganhos  no mercado  financeiro, no quadro do  novo normal  da economia angolana.

Assuntos Bolsa de valores   Economia  

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