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09 Fevereiro de 2018 | 18h35 - Actualizado em 09 Fevereiro de 2018 | 18h35

Apesar da baixa no rating, Moody?s acredita na consolidação fiscal de Angola

Luanda - O Ministério das Finanças afirmou nesta sexta-feira, que apesar da decisão da Moody's em colocar o rating de Angola em revisão para a descida, esta agência de notação de risco acredita no anunciado esforço do plano de consolidação fiscal do Governo angolano e nos benefícios do novo regime cambial.

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Ministério das Finanças

Foto: Clemente Santos

Num comunicado tornado público, o Ministério das Finanças esclarece a que a decisão da agência de notação de risco Moody's de colocar o rating de Angola em revisão para a descida é resultado da deterioração da balança de pagamentos e o aumento das necessidades de financiamento, comparadas em Outubro de 2017, quando o rating de Angola foi descido para B2.

A Moody's, no âmbito do habitual processo de avaliação da notação do risco soberano, colocou nesta quinta-feira a notação do risco soberano de Angola em regime de vigilância tendente à redução da actual notação B2, com perspectivas de manutenção da notação do risco de curto prazo em NP-Not Prime.

A descida no rating desta conceituada agência de notação de risco também é resultado da rápida depreciação cambial devido à introdução do novo regime cambial, em vigor desde 09 de Janeiro último, no âmbito do programa de Estabilização Macroeconómica.

Na nota de imprensa, o Ministério das Finanças reitera o seu compromisso com os credores no cumprimento do serviço da dívida interna e externa, objectivo que se reflecte na proposta do Orçamento Geral do Estado 2018 e é suportado pelos actuas níveis de tesouraria do Estado.

A Moody’s  é uma das três maiores agências de classificação de risco de crédito, ao lado da Standard & Poor’s e da Fitch Ratings.

Assuntos Economia  

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