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09 Fevereiro de 2018 | 12h41 - Actualizado em 09 Fevereiro de 2018 | 12h40

Retidos 793 metros cúbicos de madeira no Cuanza Norte

Ndalatando - Trinta e dois camiões carregados com 793 metros cúbicos de madeira em toro encontram-se, desde 1 de Fevereiro, retidos na província do Cuanza Norte, em função da suspensão de toda actividade de exploração e transporte de madeira em toro e serrada, referente à campanha Florestal de 2017, que encerrou dia 31 de Janeiro.

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Cuanza Norte: Camões carregados com e madeira retidos em Ndalatando

Foto: Estevão Manuel

Em declarações à imprensa, nesta sexta-feira, em Ndalatando, o responsável do Departamento do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF) no Cuanza Norte, Rosário Jacinto Lopes, Teixeira referiu que os camiões retidos transportavam madeiras em toro provenientes das províncias do Moxico, Cuando Cubango, Lunda Sul e Uíge com destino a Luanda.

Rosário Jacinto Lopes Teixeira frisou que as viaturas estão retidas nos municípios de Lucala, Cambambe e Cazengo (Ndalatando), capital da província.

Considerou que a província do Cuanza Norte beneficiou no ano florestal 2017 de uma cota para exploração de 15 mil metros cúbicos de madeira, tendo o IDF licenciado três concessionários que procederam ao corte de 4.500 metros cúbicos de madeira em toro, registando-se um défice de exploração de quase onze mil metros cúbicos.

O responsável indicou, sem avançar valores, a aplicação em 2017, pelo IDF de 27 multas na província, a cidadãos nacionais por transgressões a legislação florestal e exploração ilícita de diversos bens florestais, tendo demonstrado ainda maior preocupação com os níveis acentuados de caça furtiva na região.

O reduzido número de fiscais, associado a falta de meios de trabalho, segundo Rosário Teixeira têm dificultado as acções de fiscalização do IDF na província.

O Governo angolano proibiu, a partir de 1 de Fevereiro, em todo o território nacional, o corte, a circulação e a transportação de madeira em toro e serrada.

Segundo um comunicado distribuído à imprensa, o Ministério da Agricultura e Florestas determinou igualmente a cessação da campanha de exploração florestal iniciada em 2017.

O incumprimento da proibição por parte dos operadores do sector florestal leva à apreensão e confisco, a favor do Estado, do produto e dos meios e equipamentos utilizados na sua transportação, além do pagamento de multas e a não renovação da licença, segundo o Ministério da Agricultura e Florestas.


 

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