Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » Economia

30 Novembro de 2018 | 08h39 - Actualizado em 03 Dezembro de 2018 | 12h54

Empresas podem repatriar até USD 5 milhões sem licenciamento do BNA

Luanda - As empresas estrangeiras que operam no país podem repatriar dividendos até ao valor de 5 milhões de dólares resultantes das suas actividades, sem o licenciamento do Banco Nacional de Angola (BNA), anunciou José de Lima Massano.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

1 / 1

José de Lima Massano, Governador do Banco Nacional de Angola

Foto: Antonio Escrivao

Archer Mangueira, Ministro das Finanças

Foto: Antonio Escrivao

Ao falar nesta quinta-feira em conferência de imprensa, que serviu para apresentar o balanço do 3º trimestre do Programa de Estabilização Macroeconómica 2018, Lima Massano disse existir apenas um caso de repatriamento de dividendos que envolveu a intervenção directa do BNA, que estabeleceu um calendário para a transferência dos mesmos, tendo em conta a magnitude dos valores envolvidos.

Apesar das melhorias já registadas nas operações sobre divisas que envolve empresas, bancos comerciais e o Banco Central, disse que o BNA está a rever as normas para conferir maior facilidade e segurança.

A este respeito, o governador referiu que o BNA tem estado a fazer um acompanhamento com grande rigor da acção dos bancos comerciais em relação a disponibilização de divisas aos operadores económicos.

“Temos estado a fazer vendas com maior regularidade, e  para Novembro, por exemplo, disponibilizamos 850 milhões de dólares para que as operações possam ser efectuadas com menor dificuldade”, explicou.

Na conferência de imprensa, o ministro das Finanças, Archer Mangueira, disse que o Governo poderá fazer ajustamentos pontuais na Pauta Aduaneira que entrou em vigor em Agosto último, com vista a proteger a produção nacional e fomentar as exportações.

Por sua vez, o ministro de Estado do Desenvolvimento Económico e Social, Manuel Nunes Júnior, lembrou que, entre 2016 e 2017, o país conheceu uma recessão com taxas negativas ao redor de dois por cento.

Para este ano de 2018, prevê-se uma ligeira recuperação da economia com uma taxa negativa que poderá se situar entre (-0,1) a (-1,1) por cento), quando as previsões para 2019 apontam uma recuperação, com crescimento de 2,8 por cento.

Assuntos Banco   Economia  

Leia também
  • 05/02/2019 19:14:15

    Angola quer ajuda francesa para edificar economia forte

    Luanda - O Executivo angolano está a contar com ajuda do Governo francês para a edificação no País de uma economia forte, menos dependente do petróleo, competitiva e capaz de gerar prosperidade.

  • 04/02/2019 12:48:02

    Luanda acolhe Fórum Empresarial França-Angola

    Luanda - Um Fórum Empresarial França-Angola, que contará com a participação de uma comitiva de representantes de grandes empresas francesas do Movimento de Empresários Francês (MEDEF), será realizado na próxima terça-feira (5), em Luanda.

  • 02/02/2019 07:25:27

    Metas do Prodesi passam por financiamento bancário

    Luanda - Os bancos comerciais terão papel fundamental, através da disponibilização do crédito, nos projectos do Programa de Apoio à produção, diversificação das exportações e substituição das importações "PRODESI", argumentaram economistas ouvidos pela Angop.

  • 02/02/2019 06:20:13

    Economistas consideram oportuna revisão do OGE/2019

    Luanda - O economista Lopes Paulo considerou nesta quinta-feira, em Luanda, um imperativo a revisão em baixa do Orçamento Geral do Estado (OGE/2019), com preço referência do barril de petróleo a situar-se entre 50 a 55 dólares.