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07 Dezembro de 2018 | 17h15 - Actualizado em 07 Dezembro de 2018 | 18h16

Autoridades no Lobito regularizam mais de 100 agentes comerciais ilegais

Lobito - Em apenas um mês, a Repartição dos Assuntos Económicos no município do Lobito, província de Benguela, licenciou 107 agentes comerciais, que exerciam actividades mercantis de forma ilegal, sobretudo na rede retalhista, no âmbito da Operação Resgate.

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Produtos alimentares em um estabelecimento comercial em Benguela

Foto: Rosário Miranda

Dos 107 agentes regularizados, entre seis de Novembro e sete de Dezembro, 41 são retalhistas, seis grossistas, 17 prestações de serviços e dois minimercados, segundo Pedro Domingos, o director da Repartição dos Assuntos Económicos do Lobito.  

Neste período, aponta o responsável, foram ainda regularizados 27 outros agentes comerciais precários e 11 vendedores ambulantes, mediante a atribuição de um cartão que lhes habilita o exercício legal da venda.

Pedro Domingos deu a conhecer que os agentes do sistema retalhista, grossista, prestação de serviços e minimercados licenciados pela instituição, em um intervalo de 30 dias, receberam já os seus alvarás comerciais.

Desta forma, continuou, estes estabelecimentos que se encontravam a trabalhar em situação ilegal voltaram a exercer as suas actividades conforme as normas estabelecidas.

Adiantou ainda que foram desactivados cerca de 200 locais em que os feirantes e vendedores ambulantes praticavam ilegalmente as suas actividades comerciais, infringindo assim o código de postura do município que proíbe a venda em locais impróprios.  

O director dos Assuntos Económicos no Lobito reitera, por outro lado, o compromisso das autoridades administrativas, em parceria com a Polícia Nacional, de continuar a combater o exercício da actividade comercial em locais impróprios e, ao mesmo tempo, aconselhando as pessoas para regularizarem sua situação.

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