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06 Dezembro de 2018 | 22h56 - Actualizado em 06 Dezembro de 2018 | 22h55

Câmara hispano-americana angolana aposta na agro-indústria

Luanda - Empresários de países como Argentina, Cuba, México, Uruguai, Colômbia e Venezuela deverão desenvolver nos próximos tempos a agro-indústria no país com a classe local, no quadro da proclamação da Câmara de Comercio e Indústria Hispano-americana Angolana (CCIHA).

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Membros da CCIHA

Foto: Francisco Miúdo

Os  homens de negócios desses países falantes da língua espanhola tencionam, ainda, a troca de experiências e a transferência de tecnologias em outros ramos como comércio e turismo, dentro do  princípio da reciprocidade.

Os empresários angolanos, cujos membros dos órgãos sociais foram apresentados esta quinta-feira, em Luanda, vão contar com a participação de agricultores para a implementação da  agricultura familiar, bem como representantes  de pequenas e medias empresas (PMES) fundamentalmente estabelecidos no interior do país.

No quadro da diversificação da economia nacional, os empresários querem contribuir  na redução da carência alimentar, melhoria da  renda familiar, criação de emprego e a redução das  importações.

A Câmara de Comércio e Indústria  Hispano-americana Angolana (CCIHA)  conta com uma  Assembleia-Geral,  Secretariado, Conselho  Directivo, Fiscal, Direcção Executiva, Conselho  de Cooperação e Intercâmbio e Superior Consultivo.

Reinaldo Luís  da Silva Trindade  é o presidente  do  Conselho  Directivo, enquanto Agostinho  Raimundo  de Sousa  e Santos dirige a Assembleia-Geral.

Em declarações à Angop, o director executivo  da CCIHA,  Manuel  Graça de  Deus, explicou que a Câmara conta com um  total de 19 países da América  Latina, cujos empresários estão interessados  em  integrar estes  órgãos de  troca de negócios.

Disse que o objectivo  é desenvolver  negócios  com os  referidos países, levando em consideração que  Angola  tem de  diversificar  a  economia  e  focalizar  a sua  atenção no desenvolvimento.

Já o embaixador da República da Argentina em Angola, Luís Eugénio  Bellando, presente no acto, entende que Angola tem as condições criadas, desde os  solos, climas e recursos  hídricos, para que o desenvolvimento da agro-indústria  seja um facto.

Reiterou a disponibilidade do seu país em apoiar o processo de diversificação da  economia nacional,  para quem a  criação  da Câmara  vai  impulsionar  o  espírito  empreendedores  independentes, sobretudo das pequenas  e medias empresas (PMES).

Assuntos Agro-industria  

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