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06 Dezembro de 2018 | 18h36 - Actualizado em 06 Dezembro de 2018 | 18h36

Receitas fiscais reduzem em mais de 200 milhões de AKZ

Ondjiva - Quatro mil milhões, 15 milhões, 583 mil e 616 kwanzas é o valor das receitas fiscais arrecadadas no decurso de Janeiro a Novembro de 2018, pela sexta Região Tributária, contra os quatro biliões, 216 milhões, 507 mil e 782 de igual período homólogo de 2017.

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Cunene: João Jorge Bernardo - Chefe de Departamento dos serviços Fiscais da sexta Região Tributária

Foto: José Cachiva

Comparativamente ao período anterior registou o decréscimo de 200 milhões, 924 mil e 166 kwanzas, segundo informou hoje, quinta-feira, à Angop, o chefe de departamento dos serviços fiscais da Administração Geral Tributária (AGT), Jorge Bernardo.

De acordo com o responsável, a actual realidade financeira tem levado à falência várias empresas, para além de promover a cultura de fuga ao fisco e a redução do poder de compra dos cidadãos.

"O rendimento, poder de venda, sobretudo dos comerciantes, bem como  de outros contribuintes, diminuiu bastante e a visão que temos é que quando menos se vende os impostos baixam," justificou. 

Informou que as receitas são provenientes de vários sobre as vendas de património do Estado e de prestação de serviços dos organismos públicos junto das Repartições Fiscais do Cuanhama, Xangongo e Menongue

Para contrapor a realidade, disse que AGT vai continuar a reforçar as campanhas de sensibilização dos cidadãos sobre a importância do pagamento de imposto, visando o alargamento da base tributária.

Com sede na cidade de Ondjiva, a 6ª Região Tributária corresponde às província do Cunene e Cuando Cubango, fruto do surgimento da AGT em 2014, resultado da fusão da Direcção Nacional de Impostos e Direcção Nacional da Alfândegas, no âmbito da reforma fiscal em curso no país, para alargar a base de contribuintes e aumentar as receitas fiscais não petrolíferas.

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