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13 Dezembro de 2018 | 19h00 - Actualizado em 13 Dezembro de 2018 | 18h59

Aviário produz mais 640 mil ovos em 11 meses

Moçâmedes - Pelo menos 640 mil e 800 ovos foram produzidos de Janeiro a presente data pelo único aviário no Namibe, "Vini Sul limitada", anunciou o gestor da empresa, João Vitiquinga. o que corresponde a um total de 21 mil e 360 cartões, segundo o gestor desta unidade, João Vitiquinga.

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Namibe: Produção de ovos no aviario"vini-sul" no Namibe

Foto: Frederico Herculano

Namibe: Aviario"vini-sul" no Namibe

Foto: Frederico Herculano

Namibe: Aviario"vini-sul" no Namibe

Foto: Frederico Herculano

Namibe: Aviario"vini-sul" no Namibe

Foto: Frederico Herculano

No período homólogo de 2017, a empresa tinha uma produção dois mil e 400 ovos/ dia, o que corresponde a uma produção de 729 mil e 600 ovos.

Em declarações hoje à Angop, o responsável disse que o aviário com capacidade de 20 mil aves, possui neste momento seis mil e 500 aves, das quais três mil em produção, com uma produção de dois mil ovos/dia que corresponde a 65 cartões de ovos diários.

Segundo afirmou, três mil e 500 galinhas encontram-se em fase de crescimento, facto que poderá nos próximos meses aumentar a produção de ovos na província.

Considerou o processo de criação de aves para posteriormente produção de ovos de difícil, pois primeiro deve existir o “ Pinto dia” que leva seis meses para ser considerado “ galinha”, dando-lhe como alimentação uma ração própria, como a farinha de peixe e o milho.

“Tão logo termine este processo as aves estão em condições de produzir os ovos que são comercializados em diversas lojas, bares, restaurantes e mercados da nossa cidade”, disse.

“Neste momento a produção dos ovos baixou porque as galinhas completaram dois anos, perdendo assim o seu ciclo produtivo rentável, daí a necessidade da sua substituição por outro lote de nova criação”, acrescentou.        

Esclareceu que a falta de condições da linha de abates de galinhas tem condicionado a comercialização das aves.

Justificou a criação de aves como um negócio de risco, pois para a sua rentabilização é necessário que se tenha condições adequadas, como segurança ambiental das poedeiras, ração e vacinas, “caso contrário, morte súbita das aves”.

“ Tivemos em 2015 uma perda enorme com a falta de vacinas, o aviário chegou a  notificar a morte de 1800 aves das duas mil que estavam em criação”, lamentou.

O aviário conta com oito técnicos especializados em tratamentos de aves que têm trabalhado em parceria com os quadros dos serviços veterinária da província.

Garantiu que o mesmo tem capacidade para abastecer os mercados, lojas e restaurantes da província nesta época natalícia, onde  o produto “ ovo” é mais procurado.

O cartão de 36 ovos está a ser comercializado a mil e quinhentos  kwanzas.

Assuntos Província » Namibe  

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