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28 Abril de 2018 | 09h51 - Actualizado em 28 Abril de 2018 | 09h50

Reforço das acções preventivas combate a corrupção - diz estudo

Luanda - O combate à corrupção passa pelo reforço de acções preventivas, tais como, mapeamento dos riscos de corrupção e respectivos controlos a adopção de códigos de conduta e respectivas sanções disciplinares, e a implementação de linhas de denúncia, entre outras, diz o estudo da Organização global de firmas relacionadas com a Ernst & Young Global Limited recentemente publicado

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O estudo dá conta que, enquanto não se tornam efectivos o esforço das acções das empresas públicas e privadas, para combater a corrupção, há a necessidade de se implementar políticas de investigação, por meio de tecnologias adequadas a realidade de investigação financeira, de forma a contribuir para melhoria do equilíbrio financeiro do país.

De acordo com o estudo, com os actuais avanços na análise de dados forenses, as empresas podem alavancar novas tecnologias para aumentarem a eficácia e a eficiência dos seus esforços e iniciativas, isto enquanto procuram melhorar os resultados de investigação, promovendo assim o combate a corrupção e o crescimento das receitas.

Para tal, é imprescindível, que as empresas apostem na formação contínua e especifica dos mercados financeiros, bem como inculcar aos recursos humanos, a capacidade de trabalhar com celeridade e responsabilidade, sem jamais descurar-se da integridade com a entidade patronal e os clientes.

 Tendo em conta que 38% dos executivos de 55 países afirmam que a corrupção ocorre de forma abrangente nos negócios, e que o níveis de suborno e corrupção nos mercados emergentes são o dobro dos registados nos mercados desenvolvidos, o que leva os níveis de suborno e corrupção nos mercados registados nos mercados de acordo com o estudo feito.

Pois segundo o estudo, a escala de suborno e corrupção não revelou qualquer melhoria a nível global desde 2012, isto apesar de nunca ter havido tanta actividade de fiscalização e da introdução de novas leis de responsabilidade criminal desde então. Estes dados são salientados na 15ª edição do estudo Global da EY sobre Fraude e Corrupção, para o qual foram entrevistados 2.550 executivos de 55 países.

Por isso, as empresas como um todo, em particular as nacionais, devem ter em conta os pressupostos ligados também a denúncia de casos que de forma comprovada indiquem a corrupção ou desvios de verbas destinadas a maximização e estabilidade dos mercados financeiras, e consequentemente o crescimento económico do país.

Entretanto, no estudo deste ano, é possível constatar que, apesar dos reguladores e de as agências de aplicação da Lei terem cobrado, globalmente, mais de 11 mil milhões de dólares em sanções financeiras desde 2012, 38% dos executivos mundiais ainda acreditam que o suborno e as práticas de corrupção continuam a ser predominantes nos negócios.

A EY é à organização global de firmas relacionadas com a Ernst & Young Global Limited, cada uma das quais é uma entidade legal separada. A Ernst & Young Global Limited, baseada no Reino Unido, sendo que é líder global em auditoria, assessoria fiscal, assessoria de transacções e assessoria de gestão, têm como objectivo ajudar a credibilizar e a construir confiança nos mercados de capitais e em economias de todo o mundo, pois desenvolvem líderes e equipas que trabalham para cumprir com os seus objectivos preconizados.

Assuntos Pesquisa  

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