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23 Agosto de 2018 | 12h26 - Actualizado em 23 Agosto de 2018 | 12h26

Governo adopta medidas de protecção da indústria nacional

Malanje - O Governo está empenhado na criação de estímulos para que empresas como a Biocom cresçam e se transformem no principal agente impulsionador da economia do país, afirmou quarta-feira o ministro do Comércio, Jofre Van-Dúnem.

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Segundo o ministro, empresas como a Biocom, vocacionada à produção de açúcar, energia e etanol, obrigam a criação de medidas para salvaguardar a indústria nacional, com vista a redução das importações.

O ministro falava no final de uma visita às instalações da Biocom, no município de Cacuso. Durante a visita, a direcção da empresa apresentou várias preocupações, como o acesso às divisas, a falta de incentivos fiscais, entre outros.

Disse que, através do PRODESI (Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações), o Governo está empenhado em estimular os empresários nacionais.

Por sua vez, o director-adjunto da Biocom, Luís Bagorro, disse esperar a aplicação integral das medidas constantes no PRODESI, para que se crie efectivamente mecanismos que facilitem a Biocom satisfazer as necessidades nacionais relativamente ao abastecimento de açúcar, actualmente situado na ordem de 30 por cento.

A Biocom (Companhia de Bioenergia de Angola) está implantada numa área de 81 mil e 201 hectares, das quais 11 mil e 55 estão reservados à preservação da fauna e flora, 70 mil e 102 mil hectares destinados à produção agrícola.

A empresa preconiza atingir a sua capacidade máxima de produção em 2022 , com um volume de 256 mil toneladas de açúcar, 33 mil metros cúbicos de etanol e 235 mil megawatts de energia eléctrica.

Actualmente, a companhia produz 10 mil sacos de açúcar de 50 quilogramas/dia.


 

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