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02 Setembro de 2018 | 10h23 - Actualizado em 02 Setembro de 2018 | 10h23

Huíla: Sindicato reafirma abertura ao diálogo para evitar despedimentos

Lubango - O Sindicato das Indústrias de Bebidas e Similares de Angola (SIBSA) reafirmou sábado, no Lubango, o compromisso de continuar a dialogar com os empregadores de empresas filiadas a organização em todo país, para se acautelar de eventuais despedimentos colectivos anárquicos, que ultimamente se verificam por alegada situação conjuntural.

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Huíla: Fábrica de cerveja N´gola

Foto: José Filipe

O compromisso foi revelado à Angop, nesta cidade, pelo Secretário-geral do Sindicato das Indústrias de Bebidas e Similares de Angola, Goncalves João Brandão, a margem da cerimónia de empossamento do novo líder de sindicato de trabalhadores da empresa de cervejas N'gola e Colca, Igor Baptista, que substitui, Paulo Canganjo, que exerceu as mesmas funções durante quatro anos.

Segundo disse, o sindicato já tem mantido desde 2015 diálogo social e permanente com empregadores para que, em vez dos despedimentos colectivos, se opte por um outro tipo de negociação colectiva e mias abrangente.

Apesar de não revelar o número de trabalhadores já despedidos, considerou que quando um trabalhador perde um emprego, pressupõe um impacto social negativo na vida das suas famílias e esta é uma das preocupações que

o sindicato tem estado a persuadir junto de alguns empregadores para se criar mecanismos de permanência.

“Temos situações muito antagónicas porque, no ponto de vista dos empregadores, reduzir os trabalhadores por via de despedimento colectivo é uma solução, mas do ponto de vista sindical, há outras alternativas que, junto dos acordos colectivos laborais, isto é, se criar mecanismos para se conseguir manter estes funcionários dentro do circuito de trabalho”, - reforçou.

  Relativamente a cooperação com o Estado sobre despedimentos anárquicos, afirmou que tem recorrido, algumas vezes com sucesso.

Referiu que actualmente a organização tem controlado aproximadamente seis mil filiados, contra os mais de 15 mil de 2014, integradas em 29 empresas de indústrias, sendo Luanda com 12, Huíla, Benguela, Huambo e Cuanza Norte com três cada e Cabinda com duas.

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