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06 Setembro de 2018 | 19h11 - Actualizado em 06 Setembro de 2018 | 19h10

Reduz número de turistas que visitam a província

Benguela - Cerca de vinte e cinco mil turistas visitaram a província de Benguela, no primeiro semestre do ano em curso, menos sete mil em relação à igual período anterior, informou nesta quinta-feira, nesta cidade, o presidente da Associação local dos Hoteleiros, Resorts e Similares, Jorge Gabriel.

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Vista parcial do município do Lobito

Foto: Tarcisio Vilela

Segundo o responsável, que falava à Angop, a província conta nesta altura com cerca de seis mil camas disponíveis em hotéis, guest houses, pensões, aparthotéis e apartamentos particulares, muitas das quais desocupadas.

“A situação actual da rede hoteleira da província de Benguela não é boa, tendo em conta o momento de crise que o país atravessa e a degradação da estrada nacional 100, que têm prejudicado o turismo na região”, considerou.

Na mesma senda, realçou que o estado degradante da estrada nacional Nº 100, sobretudo no troço que liga as províncias do Cuanza Sul e Benguela, é uma autêntica “dor de cabeça” e prejudica os operadores turísticos ao longo desta via internacional que liga o país à Namíbia.

Relativamente aos preços praticados no sector, o presidente afirmou que Benguela é auto-suficiente em termos de alimentação e que as cerca de mil e 250 unidades de restauração praticam preços acessíveis, em que os pratos do dia variam de mil e 200 kwanzas, a oito mil cada.

O responsável referiu que estão a criar condições de incentivo para que os operadores turísticos se abasteçam de produtos internos, sem recorrer a importação e livrar-se dos encargos fiscais, o que pode contribuir ainda mais na redução dos preços de alguns serviços.

A falta de uma escola de hotelaria e de financiamentos com juros bonificados, são outras inquietações dos profissionais desta área em Benguela.

“Os empresários locais têm criado condições para formações periódicas, o que já se reflecte na melhoria da qualidade de atendimento nas várias unidades, mas temos que ter escolas especializadas e mais créditos bonificados em função dos desafios do futuro”, concluiu.

O sector hoteleiro da província de Benguela emprega cerca de cinco mil trabalhadores.   

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