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10 Setembro de 2018 | 15h00 - Actualizado em 10 Setembro de 2018 | 15h29

Apoio do FMI credibiliza política económica angolana - Carlos Rosado

Huambo - A adesão do governo ao programa de assistência financeira do Fundo Monetário Internacional (FMI), aliada ao apoio técnico de supervisão às contas públicas, vai credibilizar à política económica angolana e, deste modo, atrair os investidores estrangeiros.

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Economista Carlos Rosado de Carvalho

Foto: Lino Guimaraes

A opinião foi manifestada hoje pelo economista Carlos Rosado de Carvalho durante a conferência científica com o tema "Notas sobre a Economia Angolana", organizada pela Associação de Estudantes da Faculdade de Economia da Universidade José Eduardo dos Santos.

Na ocasião, o especialista referiu que à assistência técnica e financeira desta organização internacional significa que o Executivo assumiu um compromisso público de fazer as reformas que o país necessita, tornado, deste modo, à economia nacional mais credível e transparente.

Sublinhou o facto de Angola vir a reembolsar o dinheiro ao FMI com uma taxa de juro de quatro porcento, ao contrário do que se verifica actualmente, em que o Executivo reembolsa nove porcento.

O economista citou, a título de exemplo, que com o apoio do Fundo Monetário Internacional os angolanos terão acesso à publicação das contas do Banco Nacional de Angola e da Sonangol, pois as reformas que o Estado precisa fazer não são fáceis, numa altura em que está a gastar mais dinheiro daquilo que recebe.

“Na verdade, todos iremos sofrer com os possíveis cortes que o Estado precisa fazer e com o aumento do preço dos combustíveis, mas, uma coisa se deve ter certeza, este sacrifício pode ser compensado no futuro”, declarou Carlos Rosado de Carvalho.

Por isso, o economista recomendou o reforço das políticas de combate à corrupção e à burocracia, além da aposta na construção de infra-estruturas de produção de energia, rodoviárias, de abastecimento de água e outras indispensáveis para a diversificação da economia, com aposta na agro-indústria.

Angola é membro do FMI desde 1989.

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