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13 Setembro de 2018 | 04h16 - Actualizado em 13 Setembro de 2018 | 00h16

Ministro quer empresas do sector energético a suportar custos

Saurimo - As empresas energéticas ligadas ao Ministério da Energia e Águas devem dinamizar as suas acções para aumentarem as fontes de arrecadação de receitas, no sentido de suportarem os custos operacionais das instituições.

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JOÃO BAPTISTA BORGES - MINISTRO DA ENERGIA E ÁGUAS

Foto: QUINTAS BENJAMIM

Essa recomendação foi feita quarta-feira, na cidade de Saurimo, província da Lunda Sul, pelo ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, quando discursava no encerramento do VIII Conselho Consultivo Alargado do sector que dirige.

Segundo o governante, o Estado angolano vai, nos próximos tempos, reduzir as verbas do Orçamento Geral do Estado (OGE) direccionadas para suportar os custos operacionais de produção, distribuição de energia eléctrica, principalmente das centrais térmicas, por isso devem procurar novas formas de arrecadação de receitas.

Sugeriu às empresas do sector eléctrico a instalarem contadores, para melhor controlarem o consumo, sensibilizar a população a pagar os serviços, efectuarem regularmente manutenção dos equipamentos, melhorar a qualidade do produto fornecido aos clientes, entre outras acções.

Fez saber que a medida em que a distribuição de energia vai aumentando no país, com a entrada em funcionamento de novos centros de produção, os custos operacionais vão igualmente ampliando, daí a necessidades das empresas terem a capacidade de dinamizar as fontes de arrecadação de receitas.

Lembrou que o Executivo suporta os custos de combustível, manutenção dos grupos geradores, entre outros encargos, que devem ser responsabilidade das empresas subsidiárias nos próximos anos.

O conselho consultivo alargado do Ministério da Energia e Águas teve início, terça-feira, em Saurimo, e decorreu sob o lema “O nosso desafio é melhorar o fornecimento e distribuição de energia e água”.

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