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12 Setembro de 2018 | 19h23 - Actualizado em 12 Setembro de 2018 | 19h23

Redução do preço do calcário pode aumentar produção

Luanda - O aumento das empresas de produção do pó calcário ?dolomítico? utilizado na recuperação e estabilização dos solos, vai permitir a baixa de preço deste produto essencial na actividade agrícola, considerou nesta quarta-feira, em Luanda o ministro da Agricultura e Florestas, Marcos Nhunga.

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Actualmente a comercialização de uma tonelada de calcário varia entre  USD 50 a 80, um preço que os camponeses dizem ser muito elevado, apesar da eficiência do produto na actividade agrícola, disse o governante à imprensa no workshop sobre “o uso de calcário dolomítico para a recuperação e estabilização dos solos em Angola.

Afirmou que o país tem bastante calcário, mas a distância e o custo de transportação do   produto tem sido  um dos maiores constrangimentos.

Em Angola, 32 empresas estão licenciadas para serem utilizadas na construção de estradas. Destas,  apenas uma se dedica especialmente à produção de calcário dolomítico, utilizado para a recuperação e estabilização dos solos.

Considerou  importante a mobilização dos camponeses sobre a importância do uso do pó do calcário dolomítico na produção do milho, feijão, hortícolas, entre outras culturas que necessitam da correcção dos solos para aumentar a sua produção e produtividade.

O director nacional dos Recursos Minerais, André  Buta, explicou que o calcário é abundante em todo o litoral do País e que o nível de produção ainda é  baixo.

Sublinhou que as empresas de construção civil que se dedicam a construção de estradas são as que se dedicam à produção e comercialização do pó do calcário.

Na  abertura do encontro,  o ministro dos Recursos Minerais e Petróleos, Diamantino Azevedo,  realçou que o País possui uma vasta extensão de terras aráveis para a produção agrícola, apesar disto,  grande parte dos solos são ácidos e requerem o uso de correctivos para melhorar a produtividade e a colheita agrícola.

O workshop, uma realização conjunta entre os ministérios dos Recursos Minerais e Petróleos e da Agricultura e Florestas, contou com a presença do secretário do Presidente da República para o Sector Produtivo, Isaac dos Anjos, responsáveis de vários ministérios, entre outros.

Assuntos Economia  

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