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23 Janeiro de 2019 | 17h54 - Actualizado em 23 Janeiro de 2019 | 17h57

BAI com AKz 70 mil milhões para crédito adicional

Luanda - O Banco Angolano de Investimento (BAI) tem disponível, para este ano, cerca de AKz 70 mil milhões (200 milhões de dólares) para crédito adicional ao sector privado, anunciou hoje seu presidente da Comissão Executiva, Luís Lélis.

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O banco, um dos maiores em Angola e com operações também em Portugal e Cabo Verde, dispõem  de uma  carteira  de crédito no valor de mil milhões de dólares  norte-americanos, concedido para financiar  projectos ligados aos sectores da  agricultura, turismo,  pesca,  imobiliário,  construção  entre outros.

Luís Lélis, que falava à imprensa, à margem da conferencia sobre Financiamento ao Sector Privado, numa iniciativa do Banco Nacional de  Angola (BNA), convidou os  empresários  a recorrem aos  créditos disponíveis,   mas  desde que apresentem  projectos  exequíveis.

Apesar do crédito mal parado do banco se situar agora em 16%, o gestor disse estarem disponíveis para apoiar  o  sector privado,  respondendo, desta  feita, ao apelo lançando nesta quarta-feira, pelo  ministro de  Estado do Desenvolvimento  Económico e Social, Manuel  Nunes  Júnior, que  solicitou a ajuda dos bancos comerciais para aumentarem o crédito  à economia.

Luís Lélis  deixou claro que  o papel de um banco é de fazer  intermediação financeira, captando depósitos dos clientes, constituição de reservas obrigatórias  junto do BNA  que  variam de 15 a 17% dependentemente  da  moeda.

“Temos ainda de encontrar um meio termo que tem a ver com as  taxas dos juros dos  títulos e valores   que o Estado remunera os bancos”,  sublinhou, .

Na  mesma linha  está   o Banco BIC,  que   disponibilizou  cerca de  dois mil milhões e  200 milhões de dólares  norte-americanos  de crédito à  economia.

De acordo com o seu presidente do Conselho de Administração,   Fernando  Teles,   continuam a  trabalhar para  se manterem  como o maior  banco da rede  privada  em Angola, em  termos  de agências num  total de 193 ao nível do País.

Sem precisar o valor  actual do crédito malparado,   referiu ser  alto e preocupantes,   uma situação que obrigou a instituição  bancária  levar  alguns  tantos  casos  ao  tribunal  e outros  tantos  em negociação com os  clientes  incumpridores.

Fernando Teles convida os governantes a visitarem as empresas,  fazendas e outros projectos, para aferirem, de facto, quem é capaz de produzir.

Experiências sobre gestão do crédito malparado, financiamento ao sector privado em Angola- Constrangimentos e soluções,  financiamento à Agricultura  e  à agro-indústria,   foram abordados durante o encontro promovido pelo BNA.

Assuntos Banco  

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