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18 Novembro de 2019 | 19h58 - Actualizado em 20 Novembro de 2019 | 10h41

ENDE lidera lista das mais reclamadas em Outubro

Luanda - Das três companhias mais reclamadas em Outubro, a Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE) foi a que mais reclamações teve dos seus clientes, soube hoje a Angop.

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Clientes da distribuidora apresentaram denúncias em Outubro

Foto: Divulgação

De um total de 468 reclamações chegadas ao Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Inadec), 25 foram dirigidas à distribuidora de electricidade, 18 às lojas “Nossa Casa” (18) e nove (9) aos supermercados Angomart.

Já em 2011, quando a firma era denominada EDEL, liderou a lista das instituições mais reclamadas pelos consumidores naquele ano, devido à deficiência na qualidade dos serviços que presta.

Em relação à “Nossa Casa” – empresa que confecciona acessórios para casa, e à Angomart, sociedade de comércio geral, as reclamações dos clientes têm a ver com a alta dos preços dos produtos, segundo o Inadec.

Do total de reclamações recebidas pelo instituto, 285 foram solucionadas e 183 encontra-se em fase de resolução.  

No período em referência (01 a 31 de Outubro), o Inadec suspendeu das suas actividades as padarias Fabipão, Dangereux e Ouba Comércio a retalho, por terem violado direitos económicos e por atentarem contra a saúde pública no mercado de consumo.

As infracções cometidas por aqueles estabelecimentos foram detectadas nas visitas de constatação (730), durante as quais se registaram 285 infracções e 125 denúncias e procedeu-se a nove (9) apreensões.

Ainda em Outubro, o Instituto apreendeu 85 caixas de ovos de produção nacional da empresa RK-Internacional, por estarem em mau estado de conservação e por suspeita de estarem aptos para o consumo humano. Já na província da Huíla, pelas mesmas razões, foram apreendidas mil e 800 unidades de ovos da empresa Sodial.

Foi, também, constatada a venda de 19 unidades de patas de porco e dois pacotes de natas expirados, factos que mereceram procedimento criminal.

Durante as visitas, os fiscais impediram também a venda de 430 quilogramas de sal na província de Benguela e 270 kg na do Namibe, por falta de rotulagem. De igual modo, 15 caixas de bolacha em mau estado de conservação.

Às infracções dos agentes comerciais, muitas das quais relativas à falta de livro de reclamações, certificado de  qualidade alimentar e boletins de afixação de preços, sanidade foram aplicadas multas que permitiram ao Inadec arrecadar seis milhões de kwanzas.

Assuntos Economia  

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