Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » Economia

15 Março de 2019 | 05h09 - Actualizado em 15 Março de 2019 | 05h09

Preços dos produtos da cesta básica "sobem" no Uíge

Uíge - Os principais produtos que compõem a cesta básica, como açúcar, arroz, óleo, massa alimentar e outros registam, nos últimos dias, uma acentuada subida de preços, nos principais armazéns e mercados formais e informais na cidade do Uíge.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Durante uma ronda efectuada quinta-feira pela Angop, nos armazéns grossistas da capital, constatou-se que o saco de açúcar de 50 quilos subiu para nove mil kwanzas, contra oito mil anteriores, ao passo que o de arroz de 25 kg, que era comercializado a quatro mil kzs, agora custa cinco mil e 500 kz.

Enquanto o saco de feijão de 25 kg, que era vendido a cinco mil kz, agora custa sete mil, assim como a caixa de massa e a de óleo alimentar, cujos preços variavam de dois mil kwanzas, para dois mil e 200 kz, esta agora a três mil e 500 a cinco mil kwanzas, respectivamente.  

Regista-se também um aumento nos preços do saco de fuba de milho de 50 kg, de cinco mil kwanzas para nove mil.

Outras alterações verificam-se igualmente no aumento dos preços de alguns frescos, com destaque para caixa de carapau que custava 12 mil kwanzas, para 18 mil.

A caixa de coxa de frango, que custava quatro mil kz, agora passou a cinco mil e 500, e de galinha “rija” nove mil e 500 kwanzas, contra sete mil anteriores. A de costelas de vaca agora custa seis mil kwanzas, contra cinco mil anteriores.

Diante da situação, as vendedoras do Mercado Municipal do Uíge alteraram também os preços, estando agora a ser vendido o quilo de arroz a 300 kz, contra 200 anteriormente, açucar 500 kz, contra 250, fuba de milho 350 kz, contra 300 kwanzas.

Questionada sobre o fenómeno, a vendedora do Mercado Municipal, Inês de Oliveira disse que os preços na Praça Grande subiram porque os armazéns grossitas o fizeram.

Por sua vez, Regina João Teca pede ao executivo local e central de Angola para trabalhar mais, no sentido de melhorar a actual situação de alteração constante dos preços dos produtos da cesta básica, o que faz sofrer à população.

Este sentimento é partilhado igualmente pela maioria dos cidadãos da província que lamentam pela perca, cada vez mais, do poder de compra.

Leia também
  • 14/03/2019 19:04:11

    Governo quer apoio do BM para economia digital

    Luanda - O governo angolano está a trabalhar com o Banco Mundial para o país ter de facto uma economia cada vez mais digital, informou nesta quinta-feira, em Luanda, o ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha.

  • 14/03/2019 18:18:24

    BM disponibiliza mais verbas para agricultura

    Calandula - Doze milhões, 143 mil kwanzas é o valor disponibilizado hoje pelo Banco Mundial (BM) a 131 Escolas de Campo, das 173 existentes na província de Malanje, no âmbito do Projecto de Agricultura Familiar e Comercialização (Mosap II), para o reforço da produção agrícola e auto-sustentabilidade das mesmas.

  • 14/03/2019 18:13:15

    Incêndio destrói dois armazéns na Huíla

    Lubango - Dois armazéns do estabelecimento comercial "Nossa Casa" do grupo Ango Mart foram totalmente destruídos por um incêndio de grandes proporções, presumivelmente provocado por um curto-circuito, segundo o corpo de bombeiros.