Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » Economia

22 Maio de 2019 | 19h24 - Actualizado em 22 Maio de 2019 | 19h24

Bombas e Sonangol ressarcem danos a veículos

Lubango - Bombas de combustível e a Sonangol ressarciram os danos provocados a viaturas de pessoas singulares por consumo de gasolina contaminada, registado em Março último, com valores que rondam os mais de um milhão e 700 mil kwanzas.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Huíla: Bomba de combustível da Sonangol, no Lubango

Foto: Morais Silva

Em declarações hoje à Angop, a directora provincial do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC), Bárbara Coutinho, disse que a instituição recebeu oito queixas e autuou os fornecedores.

Trata-se de seis reclamações de postos de abastecimento da Pumangol e duas da Sonangol, sendo que da primeira, cinco foram validadas, mas até agora só três mereceram indemnização e os restantes aguardam por uma solução. Já por parte da Sonangol, as duas queixas mereceram a atenção da empresa.

“O fornecedor assumiu e ressarciu os danos que causou aos consumidores num valor de 505 mil, 361 kwanzas. Em relação à Sonangol recebemos dois processo que já foram resolvidos, a empresa ressarciu os consumidores com o valor de 142 mil e 767 Kwanzas”, precisou.

Segundo ela, os factos aconteceram em Março, mas as reclamações foram mediadas pelo instituto em Abril e resolvidas no mês em curso.

Os consumidores relataram que após o abastecimento de combustível nos seus automóveis notaram que os veículos apresentaram alguma diferença, com fumaça estranha e levaram a oficinas que concluíram que a avaria foi provocada pelo consumo de combustível impróprio.

Referiu que as empresas assumiram os danos e notaram que realmente existiu abastecimento de um combustível impróprio, num prazo de dois a três dias e pode se dar o caso de ter mais consumidores que podem aparecer para apresentar reclamações, pois houve clientes que fizeram as reclamações nas bombas e não tiveram um resultado imediato.

Informou que a empresa Pumangol, sem a mediação do INADEC pagou sete facturas, de igual número de processos com um custo global de mais de um milhão de kwanzas, a clientes que foram até ao local se queixar do mau produto, cujos pagamentos foram feitos todos do mês de Maio.

Disse ter ainda um processo em curso, envolvendo a Sonangol que se comprometeu a indemnizar os danos que causou aos consumidores.

Em Março, a Sonangol suspendeu a venda de gasolina em alguns postos de abastecimento de combustíveis no Cunene e na Huíla, depois de ter identificado gasolina com parametros ligeiramente fora das especificação de consumo, nas bombas da Pumangol, Sonangalp e Sonangol Distribuidora.

Naquela altura, foram realizadas análises, para avaliar a qualidade do produto nos postos de abastecimento e nas instalações de armazenagem de proveniência, de modo a aferir a causa e mitigar os constrangimentos.

Leia também
  • 22/05/2019 19:15:32

    Reforçado fornecimento de energia eléctrica no municipio do Bungo

    Uíge - A população da sede municipal do Bungo e arredores, a 77 quilómetros da cidade do Uíge, capital provincial, beneficia desde o fim-de-semana, do aumento do fornecimento de energia eléctrica, com a entrada em funcionamento de um novo grupo gerador de 825 KVA.

  • 22/05/2019 19:00:33

    Huíla recupera vias de acesso para alavancar sector do turismo

    Lubango - A província da Huíla procura recuperar as vias de acesso para as zonas turísticas, implementar infra-estruturas de apoio ao sector e incentivar a redução dos custos nas hospedagens em hotéis e similares, como forma de quebrar os factores que condicionam o crescimento do sector e inibem a procura por parte de turistas.

  • 22/05/2019 18:34:12

    EPAS inicia cobrança de água canalizada

    Luena - A Empresa Provincial de Águas e Saneamento (EPAS) do Moxico iniciou hoje, quarta-feira, a cobrança de água com base na leitura dos contadores instalados nas residências dos consumidores da cidade do Luena e bairros periféricos.