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06 Junho de 2019 | 22h45 - Actualizado em 06 Junho de 2019 | 22h46

Conselho de estabilidade admite progresso no sector bancário

Luanda - O Conselho Nacional de Estabilidade Financeira (CNEF) de Angola admite que o sector bancário regista uma melhor capacidade de absorção das perdas, revelando um forte grau de resiliência face a potenciais choques na liquidez, taxa de câmbio, e ao risco de crédito.

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Participantes a 4ª reunião do Conselho Nacional de Estabilidade Financeira

Foto: Henri Celso

A informação consta do documento final saído hoje da quarta reunião ordinária daquele órgão, que decorreu em Luanda, presidida pelo ministro das Finanças, Archer Mangueira.

Refere que a tendência de crescimento é contínua, e advém dos resultados das operações cambiais e dos proveitos dos títulos e valores mobiliários.

No que concerne ao crédito, o sector privado continua a absorver o maior volume sobretudo nos sectores do comércio a grosso e a retalho, construção, mobiliário e outras actividades e serviços. O crédito vencido cifra-se em 28,2% e concentra-se nos sectores que mais beneficiam, supracitados.  

No entanto, verifica-se uma evolução positiva do índice de estabilidade financeira, para a qual contribuirá a subsequente criação de um grupo de trabalho com a finalidade de introduzir no sistema financeiro as normas de contabilidade internacionais.

Por outro lado, o ponto de situação sobre a actividade seguradora e de fundo de pensões foi apresentado na reunião pelo presidente do Conselho de Administração da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG), Aguinaldo Jaime.

De salientar que o mercado de seguros conta com 28 seguradoras licenciadas, sendo uma de capital público e as restantes de capitais privados.

Por seu turno, o sector de mediação registou 55 correctores entre os quais 27 agentes de pessoal colectivo e 883 agentes de pessoas singulares.

A ARSEG anuncia a existência de oito entidades que geram fundos de pensões, dentre as quais cinco são sociedades gestoras e três são empresas de seguros.

O CNEF, criado à luz da Lei de Bases das Instituições Financeiras (Lei 12/15, de 17 de Junho), é um órgão público de natureza consultiva, dotado de autonomia técnica e funcional. Além do ministro das Finanças, o mesmo integra o governador do Banco Nacional de Angola (Coordenador-adjunto), José de Lima Massano, os presidentes dos Conselhos de Administração da Comissão do Mercado de Capitais (CMC), da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG), bem como quadros responsáveis pela supervisão prudencial.

Assuntos Finanças  

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