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05 Junho de 2019 | 20h56 - Actualizado em 05 Junho de 2019 | 20h55

Ministro quer aumento do conteúdo local na indústria petrolífera

Luanda - O ministro dos Recursos Minerais e Petróleos, Diamantino Azevedo, disse hoje (quarta-feira), em Luanda, esperar que o sistema financeiro possa dar o verdadeiro suporte às empresas petrolíferas para que o conteúdo local se reflicta em empresas competitivas e eficientes e contribua para o aumento da sua quota de participação.

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Ministro dos Recursos Minerais e Petróleos, Diamantino Azevedo

Foto: Pedro Parente

Ao discursar na sessão de encerramento formal da Conferência “Angola Petróleo e Gás 2019”, que decorre de 4 a 6 deste mês, Diamantino Azevedo frisou que o debate sobre o conteúdo local obedece a um cronograma elaborado pelo Ministério, iniciado há algum tempo.

Dados indicam que as empresas nacionais apenas participam com uma quota de 10 por cento do conteúdo local da indústria de exploração de petróleo e gás, em Angola.

Entre 2013 e 2014, a contribuição das empresas nacionais no conteúdo local atingiu o valor de 3,5 mil milhões de dólares norte-americanos, sendo que 2014 foi o período mais alto da participação das empresas nacionais no conteúdo local, devido ao elevado nível de facturação e “know how”.

Diamantino Azevedo referiu que as oportunidades de negócios em Angola e o ambiente para novos investidores nacionais e internacionais foram melhorados de forma significativa.

Para o ministro, o evento, que reuniu pelo menos mil e 700 participantes, demonstra a importância que o Executivo angolano confere a criação de oportunidades para empreendedores locais e para que todos possam, em conjunto, intervir no sector de petróleo e gás em Angola.

Durante os trabalhos, além da abordagem dos temas relacionados com a cadeia de valores da indústria do petróleo e gás foram feitos anúncios de licitação de blocos e assinatura de acordos com relevância para o sector.

A conferência acontece numa altura em que estão em curso reformas profundas no sector do petróleo e gás, iniciadas em 2017, daí o apoio do Executivo a esta iniciativa da África Oil & Power.

O fórum, que junta os principais “players” da indústria petrolífera mundial e empresas de consultoria, mercado petrolífero nacional e internacional, aborda os desafios da exploração em offshore e onshore.

Além dos responsáveis do sector, participam na conferência mais de 800 delegados, entre membros de governos de países produtores, representantes de instituições internacionais e das principais petrolíferas, bem como as distribuidoras mundiais Total, Chevron, ExxonMobil, BP, ENI e Equinor.

Assuntos Petróleos  

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