Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » Economia

11 Junho de 2019 | 18h49 - Actualizado em 11 Junho de 2019 | 18h49

Cervejeira Nocebo regista queda nas vendas

Huambo - As vendas na Cervejeira Nocebo, do grupo Castel, na província do Huambo, passaram de 40 mil grades para 10 mil, nos últimos três anos, devido a perda do poder de compra dos consumidores, resultante da crise económica e financeira.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

A informação foi avançada nesta terça-feira pelo supervisor para a área de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho da Nocebo, Filipe Francisco, durante uma visita de delegados ao VII Congresso Extraordinário do MPLA, a realizar-se no próximo dia 15, em Luanda.

Informou que a unidade fabril, que tem uma produção de 35 mil unidades/dia, regista, desde 2017, uma diminuição significativa de compradores na província do Huambo, o que obrigou a direcção da empresa a comercializar em outras regiões do país, com realce para Benguela, Bié, Cuando Cubango e Moxico, para evitar uma redução ainda maior.

Filipe José Francisco explicou que na fábrica, em funcionamento desde 2009 na zona industrial da Chiva, a oito quilómetros da cidade do Huambo, são produzidas as cervejas “Cuca”, “Doppel Muních”, “Cuca Ruiva” e a “Cuca 33”, cuja matéria-prima é adquirida nos mercados da África do Sul e da Europa.

Referiu que, apesar das dificuldades financeiras para aquisição, a partir do estrangeiro, do lúpulo, do malte, do arroz, do milho e outros produtos, a empresa tem como principal objectivo o aumento da produção, para que os 193 postos de trabalho existentes na fábrica sejam mantidos.

Por sua vez, o secretário do Departamento de Informação e Propaganda (DIP) do Comité do MPLA na província do Huambo, Adérito Chimuco Samucambo, mostrou-se satisfeito com o nível de organização e funcionamento da unidade fabril, sobretudo, pela oportunidade de emprego que dá aos jovens.

Segundo o político, além de 190 postos de trabalho directo ocupados por jovens angolanos, a empresa está ainda a contribuir para o desenvolvimento económico e social do país e da província do Huambo, em particular, bem como a estar na origem, de forma indirecta, de centenas de postos de trabalho.

Assuntos Industrias  

Leia também
  • 08/06/2019 17:35:07

    Madeireiros e empresas de mobília estabelecem parcerias na FIMMA

    Luanda - A primeira edição da Feira das Indústrias do Mobiliário e Madeira de Angola (FIMMA), que encerrou neste sábado, em Luanda, na Zona Económica Especial (ZEE), permitiu as empresas de exploração de madeira e de produção de mobiliários buscar parcerias, para aumentar a oferta de produtos no mercado nacional.

  • 08/06/2019 15:12:38

    Produção interna reduz pressão sobre divisas

    Luanda - O ministro das Finanças, Archer Mangueira, afirmou hoje, em Luanda, que a utilização de matérias-primas nacional reduz a pressão sobre a balança de pagamentos e ajuda o país a acumular divisas.

  • 08/06/2019 14:17:30

    Vice-Presidente reconhece qualidade do mobiliário nacional

    Luanda - O Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa, reconheceu hoje (sábado), em Luanda, a qualidade do mobiliário e outros produtos de madeira, produzidos pela indústria nacional.