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06 Setembro de 2019 | 19h42 - Actualizado em 06 Setembro de 2019 | 18h28

Especialista reconhece potencial para investir em Angola

Luanda - Angola tem potencial para atrair Investimento Directo Estrangeiro, por apostar na melhoria do ambiente de negócios e contar com um elevado número de consumidores, reconheceu nesta sexta-feira o especialista em relações China-Angola Shang Jinge.

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“O Executivo angolano deve continuar a pautar pelo cumprimento das políticas económicas, visando a atracção de investimentos no país”, afirmou o académico e investigador que falava esta sexta-feira à Angop a propósito do investimento chinês em Angola.

Apontou a facilitação na concessão de vistos para os investidores, através dos Serviços de Migração Estrangeiro, entre outras iniciativas, como fundamentais para aumentar o número de investidores estrangeiros em Angola.

Ainda em relação ao investimento chinês em Angola, Shang Jinge informou que os chineses  investiram na agricultura, nas províncias de Malanje e Huambo,  o equivalente a 300 milhões de dólares norte-americanos.

Em 2012, Angola contava com mais 300 mil chineses residentes, mas agora esse número reduziu para 40 mil, devido à crise económica que o país vive.

Referiu que a partir de 2002, Angola e China focaram mais a cooperação na construção de infra-estruturas e obras públicas.

Actualmente, a relação entre os dois países estendeu-se aos sectores da saúde, Agricultura, Indústria, Turismo e Indústria transformadora.

Em relação ao Imposto do Valor Acrescentado (IVA), que começa a vigorar a partir de 01 de Outubro, informou que os mais de mil de 358 empresários chineses, que operam em Angola, estão preparados para adoptar este sistema fiscal.

Para sustentar essa afirmação, referiu que a embaixada da China em Angola tem promovido formação sobre o IVA e a comunidade chinesa está aberta em cooperar com a AGT neste sentido.

O também presidente da Associação dos Chineses voluntários afirmou que os mil e 358 grandes empresários chineses oferecem cerca de oito por cento de emprego nacional.

Por sua vez, o director-geral do centro comercial “Cidade da China”, Chen Xiaujun, situado no Pólo Industrial de Viana, informou que diariamente 11 mil compradores, incluindo revendedores, recorrem aquele estabelecimento para fazer compras.

O empreendimento, construído em 2014, fruto de um investimento chinês, avaliado em 200 milhões de dólares norte-americanos, congrega mais de 100 empresários, entre chineses, libaneses, angolanos, portugueses, índios e americanos e permitiu a criação de mil e 700 postos de emprego nacional.

Com 160 lojas oferecem uma vasta gama de produtos, com destaque para balões de fardo (roupa usada), materiais de construção, materiais electrónicos e utensílios de cozinha.


 

Assuntos Economia  

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