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04 Setembro de 2019 | 17h42 - Actualizado em 05 Setembro de 2019 | 14h04

Província da Huíla ganha 38 novas indústrias em dois anos

Lubango - Trinta e oito novas indústrias do ramo da panificação, transformação de madeiras, blocos de cimento, derivados de carne e metalúrgica abriram no período de 2017 ao primeiro semestre deste ano na província da Huíla, gerando mais de 500 empregos.

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Huíla:Fábrica de transformação de madeira

Foto: Amélia Oliveira

A informação foi avançada hoje, quarta-feira, pelo director do gabinete provincial do Comércio, Indústria e Recursos Minerais da Huíla, Manuel Machado Quilende, anunciando a existência de  17 unidades fabris do sector da indústrias, com maior incidência nos ramos alimentar, concretamente nas actividades de panificação, moagens e transformação de cerais.

A província conta actualmente com 233 indústrias funcionais, com maior incidência para a moagem de cereais (70), panificação e pastelaria (59), metalúrgica, serralharia e caixilharia de alumínio (18), blocos de cimento (14), marcenaria e carpintaria (13) e de transformação de derivados de carne suína (09).

De 2000 até a data presente, 32 unidades industriais encerraram por dificuldades financeiras, o que levou a perda de 449 empregos com maior incidência nas britadeiras (110 desempregados), cerâmicas (72), blocos de cimento (65), agro-indústria (41), panificação e pastelaria (29) e matadouros (28).

Para os próximos dez anos, referiu que o gabinete espera um aumento de indústrias em funcionamento, de 233 para pelo menos 400, a criação de pelo menos mil e 500 postos de trabalho em cada ano, uma vez que todos os municípios são potenciais em matéria-prima para o sector.

Apelou para a necessidade de se desburocratizar os actos de licenciamento industrial, essencialmente no parecer para o impacto ambiental, processo moroso que dificulta o licenciamento industrial no que se refere ao alvará definitivo, situação que desencoraja investimentos no sector.

Apontou que o acesso aos financiamentos e divisas para aquisição de matéria-prima, equipamento e peças de reposição, como os principais problemas do sector da indústria.
 

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