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28 Outubro de 2019 | 19h26 - Actualizado em 28 Outubro de 2019 | 19h26

Governo quer destaque à dimensão científica do turismo

Lubango - A vice-governadora para o Sector Económico, Social e Político, Maria João Chipalavela, defendeu hoje a necessidade de se olhar para a dimensão científica natural do turismo, trabalhando no sector da biodiversidade local em beneficio das populações.

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Huíla: Maria João Chipalavela - Vice governadora

Foto: angop

Falando no workshop de apresentação do "Estudo da Cadeia de Valor do Turismo e Lazer", promovido pelo Ministério da Economia e Planeamento, considerou ser preciso olhar para a actividade turística, quer representada por produtos artesanais, manufacturados, particularidades culturais dos povos, a formação dos produtos agro-industriais, bem como a componente científica do sector.

Declarou que o turismo é um fenómeno que pode ter influência na diversificação da economia, daí ser importante identificar as valências da região, os diferentes serviços e interesse que tenham a perspectiva de beneficiar as populações locais, sendo que o agro-turismo pode ser uma área que incentiva não só a agricultura, mas o conhecimento das comunidades e outros serviços.

“A contribuição do turismo para o bem-estar económico depende da qualidade do serviço que oferecemos. É importante repensar a saúde, precisamos de ter o mapa epidemiológico da província, de determinadas doenças que podem criar desconfiança para os turistas, internos e externos”, alertou.

Realçou ser preciso perceber igualmente o valor dos aspectos culturais e do que se tem em relação às danças, à dimensão antropológica, etimológica das comunidades e como as referidas valências podem servir para optimizar e acrescentar valor para a cadeia do turismo.

Salientou que os actores envolvidos no sector devem estar alinhados para poderem despertar cada vez mais o interesse do turismo na província, pois tem de se explorar melhor as potencialidades que a Huíla possui.

Por sua vez, o técnico sénior do Ministério da Economia e Planeamento, Jerónimo Pongolola, frisou que o estudo teve a duração de seis meses e foi feito nas províncias de Malange, Luanda, Huíla, Benguela e Namibe, onde foram eleitos 11 clusters prioritários como surf, pesca desportiva, vida selvagem, observação das aves, exploradores, entre outros.

Fez saber que a divulgação do estudo de cadeias de lazer tem o objectivo de passar pelas províncias com um grande potencial turístico, divulgar e conhecer os principais fazedores, o trabalho feito e receber contributos antes de ser finalizado o documento e colocado à disposição do público em geral.

“Queremos divulgar o levantamento que foi feito e recolher dos participantes as contribuições, no sentido de aferir se o trabalho foi bem feito ou se devemos melhorar em algum aspecto. Depois da divulgação temos um plano de acção que vai divulgar que actividades devemos seguir, a fim de se desenvolver mais as nossas províncias e o país”, continuou.

Participaram do encontro, funcionários do Ministério da Economia e Planeamento, do governo local, representações de bancos comerciais, associações hoteleiras, empresariais, de empreendedores, estudantes, entre outros.

Assuntos Província » Huíla   Turismo  

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