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14 Fevereiro de 2020 | 16h59 - Actualizado em 14 Fevereiro de 2020 | 17h15

Laboratório tem disponíveis mais de 200 mil doses de vacina para aves

Lubango - O laboratório regional de veterinária da Huíla tem disponíveis em stock, para venda, mais de 200 mil doses de vacina de "newcatle", produzida localmente desde 2012 e destinada a combater doenças em aves.

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Huíla: Inâcio Filipe - responsável do laboratório de veterinária

Foto: José Filipe

A informação foi hoje, sexta-feira, prestada à Angop, no Lubango, pelo responsável do laboratório regional da Huíla, Inácio Filipe, afirmando tratar-se de vacinas do tipo Esgripe 1 e 2 contra a gripe aviária, actualmente conservada em câmaras de frio.

Afirmou que a intenção é aumentar a quantidade de vacinas produzidas e disponibilizá-las para o mercado nacional, sendo que a capacidade de produção trimestral actual é de 750 mil doses.

Informou que desde 2012, altura em que o laboratório começou a produzir, até agora já foram fabricadas 664 mil doses de vacinas de newcastle, distribuídas em todo país, sendo que em 2012 produziu, 193 mil e 200 doses e em 2019 329 mil e 820 doses.

Adiantou que a meta é até 2022 produzir dois milhões e 250 mil doses de vacinas/ano, para responder à demanda dos aviários e criadores tradicionais no país, através da instalação de mais duas linhas de produção de vacinas com investimentos estimados em 455 milhões de Kwanzas, valor a mobilizar no governo e em doadores internacionais.

Segundo a mesma fonte, esse valor serviria para comprar equipamentos que melhorarão as actividades de produção, como o fluxo laminar, autoclaves, estufas de encubação, incubadoras de ovos (ovos de aves que servem para produção das vacinas), balanças analíticas, câmara de congelação, caixas isotérmicas e microscópios, de entre outros meios.

O Laboratório regional do Lubango, foi erguido em 2012, com financiamento da organização internacional denominada Kyeema (Foundation Mission Statement), mas hoje com oito técnicos, vive dificuldades de vária ordem, como a necessidade de seis especialistas em veterinária, toxologia, farmacêutica, biólogos, nutricionistas e bioquímico.

Além de recursos humanos, o seu director disse que precisa-se também de equipamentos como um aparelho de fluxo laminar, para a inoculação e colheita do líquido alantoide nos ovos que se tornam vacinas.

O gestor solicitou também a revisão de equipamentos existentes, a nível do Instituto de Investigação de Veterinária (IIV), para melhor servir em termos de produção e conservação dos ovos.

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