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08 Setembro de 2020 | 12h31 - Actualizado em 08 Setembro de 2020 | 12h28

ACNUR constroi mercado no Campo do Lóvua

Lóvua - Com objectivo de reduzir significativamente a dependência de sobrevivência dos refugiados assentados no Campo do Lóvua, o escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), na Lunda Norte, construiu um mercado no local para, entre outros, comercializar produtos agrícolas.

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Comercialização de produtos do campo mais organizado (ARQUIVO)

Foto: ANGOP

Actualmente o Campo do Lóvua conta com 15 cooperativas, compostas por 70 refugiados da República Democrática do Congo (RDC), inseridos num programa de produção agrícola, produzindo mandioca, milho, arroz, tomate, banana e banana pão.

A criação do mercado com 90 bancadas, segundo o chefe do escritório do ACNUR na Lunda Norte, Chrispus Tebid, visa facilitar o escoamento ou a comercialização em grande escala dos produtos agrícolas produzidos pelos refugiados e incentivar o aumento da produção.

Fez saber que o mercado visa igualmente organizar o comércio no campo, congregando num único lugar comerciantes de cosméticos, alimentação, técnicos de aparelhos electrónicos, salões de beleza e venda de medicamentos, com vista a uma melhor fiscalização das actividades comerciais.

Repatriamento

Em Maio de 2017, Angola acolheu mais de 30 mil refugiados da RDC na província da Lunda Norte, que abandonaram o país de origem devido aos conflitos políticos e éctnicos.

Até Outubro de 2019, estavam abrigados no assentamento do Lóvua 9.225 pessoas, tendo sido repatriadas 2.912, através dos postos fronteiriços do Nachiri, Tchicolondo e Chissanda (Angola) e Mungamba, Kalamba mbuji e Kamakó (RDC).

Em Agosto do mesmo ano, um grupo de 14.757 refugiados da RDC regressaram espontaneamente às áreas de origem, com apoio exclusivo do governo angolano.

O ACNUR controla, na sua base de dados, nove mil 225 refugiados na Lunda Norte, dos quais seis mil se encontram no centro de assentamento e o restante integrado nas comunidades.

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