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06 Outubro de 2020 | 19h18 - Actualizado em 06 Outubro de 2020 | 21h15

Endiama nomeia grupo técnico de gestão do projecto Luaxe

Luanda - O presidente do conselho de administração da Endiama, Ganga Júnior, nomeou um grupo técnico de gestão do projecto diamantífero de Luaxe, situado na província da Lunda Sul, segundo um despacho a que a Angop teve acesso hoje, terça-feira.

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Endiama aposta no aumento da produção

Foto: Pedro Parente

A nomeação deste grupo técnico surge na sequência da aprovação pelo Titular do Poder Executivo da nova outorga de direitos mineiros para a concessão do Luaxe, através do decreto presidencial 192-A/20, de 23 de Julho.

A medida, de acordo com o supracitado despacho, tem por objectivo assegurar a continuidade das operações, geológicos-mineiras, visando a criação de condições para a conclusão dos estudos técnicos, económicos e financeiros que sustentaram a decisão de desenvolvimento da mina.

Assim, o grupo técnico de gestão do projecto, coordenado pela direcção da Endiama Mining, é integrado por Pedro Inácio de Azevedo Velasco Galiano, como director de Operações Mineiras, Rómulo Angelino Mucase, sub-director para Produção, Tinta Manuel Vunda, director para Prospecção Geológica e Desenvolvimento, e António Dias Duarte,  sub-director para Planeamento e Serviços.

Esse grupo técnico de gestão será assessorado por Telírio Pinto Júnior (consultor financeiro) e Diosínio Lourenço Bernardo Neto (consultor tecnológico).

Até 2018, foram investidos no Luaxe, desde o início da prospecção geológica mineira, cerca de 114 milhões e 400 mil dólares.

A mina do Luaxe é promissora, porque o kimberlito descoberto tem potencial para constar entre os maiores do mundo e contribuirá para o aumento das receitas para o Estado.

A mina de Luaxe, que dista a 25 quilómetros de Catoca, cujo início de exploração estava previsto para 2018, terá 100 hectares e uma profundidade de 400 metros, podendo vir a produzir 350 milhões de quilates.

Em 2019, o sector diamantífero em Angola produziu nove milhões, 121 mil e 515,07 quilates, explorados por 12 sociedades mineiras.

Para o ano em curso, a previsão é produzir oito milhões de quilates de diamantes, menos dois milhões do previsto, devido às limitações impostas pela pandemia da Covid-19.

Assuntos Diamantes  

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