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24 Novembro de 2016 | 04h36 - Actualizado em 24 Novembro de 2016 | 04h36

Moxico: Curso de Linguística melhora ensino do português

Luena - A inserção do curso de Linguística na Escola de Formação de Professores (EFP) do Moxico, desde 2010, melhorou o ensino da língua portuguesa nas escolas do ensino geral da província, afirmaram quarta-feira, no Luena, os docentes dessa disciplina nuclear.

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Moxico: Hilario Matuka - Professor da Língua Portuguesa na Escola Superior Politécnica do Moxico

Foto: Kinda Kyungu

Moxico: Catarina Napingala - Professora da língua portuguesa na Escola de Formação dos Professores

Foto: Kinda Kyungu

Abordados pela Angop, sobre o ensino da língua portuguesa na província, a linguista e professora de português na EFP, Catarina Napingala, disse que a inserção no currículo escolar do curso permitiu formar muitos professores que estão a sustentar outras escolas.

Disse que a maioria dos docentes formados está a leccionar no I e II ciclos de ensino geral, diminuindo as dificuldades e debilidades, até então, apresentadas por alguns estudantes.

Já João Hichica, professor da especialidade na escola do II ciclo “11 de Novembro”, disse que os níveis de exigências apresentados actualmente pelos professores da área são "excelentes", face as especializações que muitos fazem.

Referiu que o aumento de pessoal formado nesta área vai ajudar a melhorar a e permitir atingir os níveis de excelência, que pressupõe falar e escrever bem.

Aida assim, disse, precisa-se ter conhecimentos em várias vertentes, nomeadamente na formação das palavras e para atingir estes indicadores necessita-se professores bem formados.

Para o politólogo e professor universitário na cadeira de português Hilário Matuca, a implementação da reforma educativa no país devia trazer métodos mais eficazes, com docentes especializados no ensino da língua.

"Mesmo a nível da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), onde Angola faz parte e mesmo no mundo lusófono, os PALOP, deviam implementar essa língua para servir de instrumento de trabalho", defendeu.

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