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07 Dezembro de 2018 | 18h56 - Actualizado em 07 Dezembro de 2018 | 18h52

Secretária nacional do Sinprof denuncia disparidade salarial

Mbanza Kongo - A secretária nacional do Sindicato dos Professores (SINPROF), Hermínia Ferreira do Nascimento, queixou-se hoje, sexta-feira, em Mbanza Kongo, província do Zaire, da existência de professores que auferem salários incompatíveis com a sua categoria.

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Em declarações à imprensa, após audiência com o governador provincial, Pedro Makita Armando Júlia, a responsável disse ter conhecimento de professores de categoria média, no país, que ganham ordenados de docentes do terceiro escalão de licenciados, correspondentes a 300 mil Kwanzas.

Segundo disse, essa atitude prejudica os professores licenciados com 10 ou mais anos de serviço e que continuam a auferir um salário de 49 mil Kwanzas, frisando que esta cabala foi descoberta no quadro da transição ao novo estatuto da carreira docente.

Na sua opinião, em condições normais, estas pessoas deveriam ser responsabilizadas civil e criminalmente, por terem prejudicado o Estado e a classe.

Referindo-se à intenção do Executivo de aumentar o salário da função pública, a partir do mês de Janeiro do próximo ano, a sindicalista disse que o SINPROF aguarda com muita ansiedade na concretização desta decisão.

No entanto, disse que a sua instituição continuará a dialogar com a entidade patronal para que se encontre uma solução plausível das questões apresentadas como reivindicações.

Lamentou a atitude de muitos gestores escolares do ensino geral dos municípios de Mbanza Kongo, Soyo e Cuimba, que olham aos membros do seu sindicato como autênticos opositores ao governo, considerando-os de estarem à margem da nova dinâmica que o país vive.

Por sua vez, o vice-governador para o setor político, económico e social, António Félix Kialungila, encorajou os membros do SINPROF a continuarem com as suas acções de identificação dos diversos problemas que a classe ainda enfrenta para que em conjunto se encontre as devidas soluções.

A responsável está desde quinta-feira, em Mbanza Kongo, onde vai orientar a assembleia provincial do órgão, no âmbito da preparação do IV congresso do SINPROF.

 

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