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04 Julho de 2018 | 22h19 - Actualizado em 04 Julho de 2018 | 22h19

Novecentos e 72 professores continuam sem salários na província

Huambo - Novecentos e 72 professores da província do Huambo, dos dois mil e 80 inicialmente, continuam, três meses depois, sem salários, por terem sido desactivados do sistema financeiro por alegada irregularidade da sua efectividade.

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Professor

Foto: Angop

Ao confirmar o facto hoje, quarta-feira, à Angop, o secretário-executivo do Sindicato dos Trabalhadores da Educação, Cultura, Desporto e Comunicação Social, Elias Matete, lamentou a morosidade que se verifica na reposição destes professores no sistema, uma vez já ter sido comprovada, pelo Ministério das Finanças, a sua efectividade.

Disse que em finais de Maio o sindicato recebeu garantias de que a situação devia ser ultrapassada ainda em Junho, facto que, infelizmente, não ocorreu, pois os nomes dos 972 professores continuam de fora das folhas de salários.

Caso a situação se registar em Agosto, segundo Elias Matete, uma nova greve será convocada, a exemplo do que ocorreu em Maio, para pressionar o ministério das Finanças a repor os nomes dos professores lesados no sistema integrado de gestão financeira.

Informou que os mecanismos de diálogo, com as instituições competentes, continuam a ser explorados, uma vez que os professores em causa estão a enfrentar dificuldades graves, decorrentes da falta de salários.

Dos 972, segundo Elias Matete, 329 são do município do Huambo, o mais afectado com a medida do ministério das Finanças, enquanto os municípios do Ecunha e Bailundo têm, cada um deles, 145 desactivados.

Deu a conhecer que, contrariamente a suposição feita que resultou na suspensão dos salários, estes mesmos professores existem e possuem toda a documentação necessária que comprova a sua efectividade, não sendo, por isso, “fantasmas”.

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