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12 Setembro de 2018 | 15h34 - Actualizado em 12 Setembro de 2018 | 15h42

Educadores querem maior fiscalização na distribuição dos manuais

Luanda - A redução do tempo da revisão periódica dos manuais escolares de cinco para três anos previstos e a identificação de entidades fiscalizadoras para o processo foram algumas contribuições prestadas pelos técnicos de educação na proposta da Lei do Livro Escolar, que foi a discussão pública hoje, quarta-feira, no município de Talatona, em Luanda.

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livros escolares( ARQUIVO)

Foto: Anabela do Céu Fritz

O documento apresentado por técnicos do Instituto Nacional de Investigação e Desenvolvimento da Educação ( INIDE) comporta quatro capítulos e 25 artigos e  visa  garantir a disponibilidade do livro escolar durante a realização do processo do ensino e aprendizagem, promover o habito de leitura, respeito pelo mesmo e sua utilização.  

Pretende-se  definir políticas, regular a elaboração, avaliação, vigência e preservação do livro depois terem comprovado através de estudos feitos no seio das instituições de ensino a realidade do livro escolar que se resume partilhas do livro no acto das aulas, livros sem certificações, venda feita no  mercado paralelo, carência de um normativo com regras e critérios, professores sem livros de orientação metodológicas  dentre outros factores.

Os pedagogos pedem ainda que se inclua no documento artigos que incutam a responsabilização de todas as entidades que durante o processo de  distribuição não garantam o curso traçado para que o manual chegue até ao aluno, assim como dos encarregados de educação cujos educandos danifiquem ou extraviem os mesmos.

Em declarações à imprensa, o técnico do INIDE, António Matondo, disse que se trata de um programa levado a cabo pelo  ministério de  tutela e que visa  dar a conhecer o que se quer, tornando-o num documento consensual, de maneira a que reúna a visão espectativas e interesse de todos os envolvidos.

O técnico explica que manifestações ligadas a dificuldades das  famílias de obter um manual, ausência dos mesmos nas salas de aulas,  deficiências da sociedade  na conservação do livro como um património cultural levaram a que este processo.

Em Luanda, o município de Talatona  é o primeira a congregar directores pedagógicos, coordenadores de disciplinas e  editoras  para estender aos restantes município de  Angola.

Assuntos Província » Luanda  

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