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11 Janeiro de 2019 | 18h18 - Actualizado em 11 Janeiro de 2019 | 18h17

Autoridades da Huíla explicam polémica de livros

Lubango - O Gabinete Provincial da Educação na Huíla assumiu, nesta sexta-feira, ser o proprietário das seis toneladas de material didáctico descobertas num armazém abandonado na comuna de Uaba, município de Caconda, na última quinta-feira.

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Segundo o porta-voz da instituição, Benício Puna, o material foi levado para os armazém localizados nos municípios de Caconda, Caluquembe, Quilengues e Lubango, em 2012, por falta de condições para o acondicionamento num só local.

Em declarações à Angop, fez saber que o material, entregue pelo Ministério da Educação, foi acondicionado no referido armazém, por orientação do antigo director do sector, Américo Chicote, devido à fraca capacidade de armazenamento no depósito do Lubango.

Estima-se que o lote encontrado contenha mais de 500 mil manuais de Língua Portuguesa, Matemática, Estudo do Meio, além de Cadernos de Actividade e de História.

Benício Puna esclareceu que "não se trata de material desviado", argumentando que, "enquanto algumas províncias devolviam o remanescente dos meios recebidos de Luanda, a Huíla geriu desta forma, para servir os alunos nos anos seguintes".

Na manhã desta sexta-feira, a directora do Gabinete da Educação, Paula Joaquim, no cargo há três meses, havia afirmado que o material era de origem desconhecida, e que começaria a ser distribuído às escolas na próxima segunda-feira.

A responsável disse que as autoridades policiais estão a investigar o caso, para apurarem o proprietário e as circunstâncias do desvio do material para o armazém.

O referido material já foi acondicionado no depósito do Lubango, localizado na comuna da Arimba, para que beneficie as escolas na próxima semana.

O Gabinete Provincial da Educação estima que, em 2019, sejam matriculados 816 mil e 326 alunos, sendo na iniciação (82.833), no ensino primário (538.103), secundário do I ciclo (129.052), secundário no II ciclo (36.563), ensino de adultos (18.755), com necessidades educativas especiais (2.043) e ensino privado (18.979).

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