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24 Abril de 2019 | 21h56 - Actualizado em 25 Abril de 2019 | 07h45

Director reprova venda de enunciados na Escola Rei Mandume

Luanda - O director do Gabinete Provincial da Educação em Luanda, Narciso Benedito, reprovou, esta quarta-feira, a venda de enunciados de provas na escola pública Rei Mandume (distrito urbano do Rangel), em função da gratuidade do ensino geral no país.

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Director do Gabinete Provincial de da Educação em Luanda, Narciso Benedito

Foto: Henri Celso

Em declarações à imprensa, à margem de uma visita de campo do governador de Luanda, Sérgio Rescova, o responsável pela educação considerou grave essa prática, sem precisar eventuais medidas punitivas.  

Angola assegura a gratuitidade do ensino geral, sendo, portanto, proibida a venda de materiais escolares, como livros e enunciados de provas.

A propósito, a coordenadora da instituição, Ângela Maria, fundamentou que a venda dos enunciados (custam AKZ 100) visa arrecadar fundos para a compra de material gastável, como tinteiros e resmas de papel.

Afirmou que a escola tem falta de recursos para arcar com essas despesas, reconhecendo, entretanto, que se trata de uma medida à margem da Lei.

A Escola Rei Mandume lecciona o segundo ciclo do ensino secundário e possui 15 salas de aulas.

Durante a jornada, realizada à noite, o governador visitou também as escolas 1º de Maio e Ngola Kiluanje, no distrito urbano da Maianga, com o intuito de aferir uma denúncia pública sobre absentismo de professores, tendo constatado presença massiva destes.

Nesses estabelecimentos constatou-se, por outro, a falta de organização na distribuição de folhas de provas, fazendo com que muitos alunos perdem a prova.

Por sua vez, o governador provincial orientou as direcções escolares a garantirem o exame aos alunos que não tenham feito por falta de folhas.

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