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11 Fevereiro de 2020 | 17h10 - Actualizado em 12 Fevereiro de 2020 | 12h56

MED esclarece uso dos manuais do ensino privado

Luanda - Os manuais do ensino primário comercializados pelas instituições privadas, apesar de serem reconhecidos pelo Ministério da Educação (MED), não devem ser obrigatórios, por servirem apenas como complementares.

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Exposição de manuais Escolares (arquivo)

Foto: Lino Guimarães

A informação é do director do Instituto Nacional de Investigação e Desenvolvimento da Educação, Manuel Afonso, que falava, nesta terça-feira, em Luanda, durante uma conferência de imprensa sobre o processo de distribuição gratuito dos manuais escolares no país.

O responsável esclareceu que os manuais produzidos pelas diferentes editoras licenciadas, a pedido das instituições de ensino privado, são apenas complementares, por isso não podem ser obrigatórios.

“O único oficial para a gestão do processo de ensino e aprendizagem é o manual produzido e distribuído gratuitamente pelo MED”, defendeu.

Para atender às necessidades do sector, o MED produziu, no presente ano, 37 milhões e 500 mil manuais do ensino primário, que estão a ser distribuídos às instituições de ensino público e privado.

O MED controla seis milhões de alunos no ensino primário nas escolas públicas e privadas.

Quanto ao  primeiro ciclo, revelou, têm os oficiais das editoras licenciadas pelo MED.

“Os colégios não têm autorização para obrigar os pais. Embora se esteja a distribuir de forma faseada, os manuais gratuitos foram contemplados para beneficiar”, frisou.  

A distribuição de manuais do ensino primário (da iniciação à 6.ª classe) vai decorrer até princípio de Março.

O Governo angolano gastou, para a produção de manuais, 16 mil milhões trezentos e oitenta e cinco milhões e 91 mil kwanzas.

Assuntos Angola  

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