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15 Dezembro de 2014 | 05h48 - Actualizado em 15 Dezembro de 2014 | 08h38

Timor Leste : Tribunal de Díli determina libertação imediata de Mauk Moruk e comandante Labarik

Díli - O Tribunal de Díli ordenou sábado a libertação imediata de Paulino Gama e José Santos Lemos, antigos comandantes da guerrilha timorense, detidos preventivamente em Março por alegada tentativa de instabilidade, anunciou hoje o advogado de defesa.

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Bandeira de Timor Leste

Foto: Divulgação

"A decisão do tribunal foi anunciada depois de, no passado dia 5, termos pedido pela quinta vez para revogar a prisão preventiva", afirmou em conferência de imprensa o advogado, Paulo Remédios.

Segundo Paulo Remédios, a defesa foi pedindo a revogação da prisão preventiva porque o Ministério Público ainda não fez qualquer acusação contra os dois indivíduos por falta de evidências.

Paulino Gama (Mauk Moruk) e José Santos Lemos (comandante Labarik) foram colocados em Março em prisão preventiva pelo Tribunal Distrital de Díli no âmbito de uma investigação a dois grupos por alegada tentativa de instabilidade em Timor-Leste.

Os homens foram detidos pela polícia timorense em cumprimento de uma resolução do parlamento aprovada também em Março que condenava o que classificou como tentativas de instabilidade e ameaças ao Estado protagonizadas pelo Conselho de Revolução Maubere e pelo Conselho Popular da Defesa da República de Timor-Leste (CPD-RDTL).

Todos os envolvidos naquele processo, cerca de 20 pessoas, continuam sob termo de identidade e residência até ser concluída a investigação do Ministério Público.

Segundo Paulo Remédios, a investigação deverá ser concluída e arquivada por "falta de evidências".

"Desde o início que se via que não havia evidências fortes e sérias para fazer uma acusação", sublinhou, na conferência de imprensa onde estiveram presentes os dois comandantes, acrescentando que foi precipitado deter as pessoas.  

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