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19 Maio de 2017 | 13h13 - Actualizado em 19 Maio de 2017 | 13h13

Polícia britânica vai deter Assange se australiano deixar a embaixada equatoriana

Londres - A polícia britânica anunciou nesta sexta-feira que vai deter Julian Assange, fundador do WikiLeaks, se ele abandonar a embaixada equatoriana em Londres por violar sua liberdade condicional quando se refugiou no local, um delito que pode ser punido com pena de um ano de prisão, noticiou a AFP.

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A justiça britânica "emitiu uma ordem de prisão de Julian Assange quando não se apresentou ao tribunal em 29 de junho de 2012", recordou a polícia em um comunicado, no qual indica que "está obrigada a executar a ordem", mas o australiano enfrentaria "um delito muito menos sério" quo de estupro, do qual foi suspeito até esta sexta-feira, quando a Suécia arquivou o processo.
               
"Agora que a situação mudou e as autoridades suecas interromperam a investigação neste caso, Assange continua sendo procurado por um delito muito menos grave", afirmou a polícia britânica.
               
A Promotoria da Suécia anunciou nesta sexta-feira o arquivamento da investigação por estupro contra o fundador do WikiLeaks, o que encerra uma saga judicial iniciada em 2010.
               
O ex-hacker australiano, que sempre negou as acusações apresentadas contra ele por uma sueca em agosto de 2010.
               
O australiano sempre denunciou uma manobra para ser extraditado posteriormente aos Estados Unidos, que se nega a confirmar se tem um processo aberto contra ele.
               
O temor não desapareceu e o Wikileaks acredita agora que o Reino Unido pode ser o país a enviá-lo para Washington: Londres se recusa a confirmar ou negar se recebeu um pedido de extradição por Julian Assange.
   

Assuntos Justiça  

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