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19 Junho de 2017 | 15h03 - Actualizado em 19 Junho de 2017 | 15h03

Emirados: Isolamento do Qatar pode durar anos

Paris - O isolamento do Qatar pode durar "anos", advertiu nesta segunda-feira, em Paris, uma autoridade dos Emirados Árabes Unidos, que, junto a outros três Estados árabes, impõem um bloqueio a este pequeno reino acusado de apoiar o "terrorismo".

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"Não queremos uma escalada, queremos isolar" o Qatar, que deve renunciar ao "apoio aos jihadistas e aos islamitas extremistas", explicou o ministro dos Emirados das Relações Exteriores, Anwar Gargash, a um grupo de jornalistas.
               
Gargash declarou que os adversários do Qatar, que romperam as relações diplomáticas com o governo desse país há duas semanas, "apostam no tempo".
               
A Arábia Saudita, Emiratos Árabes Unidos e Bahrein também encerraram as suas fronteiras terrestres e marítimas com o emirado, e impuseram restrições aéreas.
               
Gargash acusou o emirado de "construir uma plataforma sofisticada de apoio financeiro, midiático e político" aos islamitas radicais, muitos deles a residir nesse país.

Além disso, indicou que os três países do Golfo mais o Egipto entregariam uma lista com as suas exigências, incluindo a expulsão de personalidades radicais, sem fornecer mais detalhes.
               
Gargash considerou que a crise só será resolvida se o Qatar "mudar de política", e se comprometer a "cessar o seu apoio aos jihadistas e islamitas radicais".
               
"Estados Unidos, França, Grã-Bretanha ou Alemanha têm o peso político e a experiência técnica para instaurar um mecanismo de vigilância" para garantir o respeito do Qatar às exigências impostas, acrescentou o ministro.

Assuntos Diplomacia  

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