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13 Agosto de 2017 | 17h41 - Actualizado em 13 Agosto de 2017 | 17h41

EUA:Condenação de Trump a ódio e violência

Bedminster, Estados Unidos - A condenação do presidente americano, Donald Trump, à violência e ao ódio pelos confrontos de sábado em uma manifestação na Virgínia inclui "supremacistas brancos" - esclareceu a Casa Branca neste domingo (13).

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Presidente dos EUA, Donald Trump

Foto: PAUL J. RICHARDS / arquivo


                      
"O presidente disse, da forma mais enérgica em suas declarações de sábado,que condena todas as formas de violência, fanatismo e ódio. Isso inclui, evidentemente, supremacistas brancos, neonazistas, o Ku Klux Klan e todo tipo de grupos extremistas", garantiu um porta-voz do Executivo.
               
"Fez um apelo à unidade nacional", completou.
               
Trump foi muito criticado por suas declarações, inclusive por membros do Partido Republicano, ao condenar a violência de "ambas as partes" nos distúrbios entre manifestantes da extrema direita e antirracismo registados no sábado, em Charlottesville, na Virgínia.
               
No episódio, uma mulher de 32 anos morreu, quando um carro foi lançado aos activistas que protestavam contra a marcha dos supremacistas brancos e nazistas.

               
Filha e conselheira do presidente, Ivanka Trump denunciou neste domingo "o racismo, a supremacia branca e os neonazistas", após as críticas ao pai.
               
"Não há lugar na sociedade para o racismo, a supremacia branca e os neonazistas. Todos temos de nos unir como americanos e ser um país unido", declarou.

Assuntos Manifestações  

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