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12 Setembro de 2017 | 16h59 - Actualizado em 12 Setembro de 2017 | 18h23

Autorizada força policial para impedir referendo na Catalunha

Barcelona - O Ministério Público (MP) da Catalunha reuniu nesta terça-feira todas as forças da Polícia que operam nesta região da Espanha, para determinar que impeçam a realização do referendo de auto-determinação convocado pelo governo separatista regional, proibido pela Justiça.

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ESPANHA: Forças policiais na Catalunha

Foto: PAU BARRENA


Representantes das cúpulas da Guarda Civil, da Polícia Nacional e dos Mossos d'Esquadra, a força de segurança regional ligada ao governo catalão, compareceram ao MP, que transmitiu as suas
instruções a respeito da votação programada para um de Outubro deste ano.
               
A determinação está dirigida à "todas as unidades da Polícia", com pedidos para que actuem contra autoridades, funcionários, ou particulares, "a fim de evitar a consumação dos delitos".
               
"Os funcionários policiais (...) procederão directamente para adoptar as medidas necessárias para intervir nos efeitos, ou nos instrumentos
destinados a preparar, ou a celebrar, o referendo ilegal", destacou o MP em comunicado.
               
Entre as medidas, o MP especifica a requisição de "urnas, cédulas eleitorais, manuais de instrução para os membros das mesas eleitorais, panfletos eleitorais, propaganda eleitoral, elementos informáticos, assim como qualquer outro material de difusão, promoção, ou execução do referendo ilegal".
               
O governo regional presidido pelo separatista Carles Puigdemont convocou um referendo de auto-determinação e pretende seguir com o seu plano, apesar da proibição do Tribunal Constitucional e da
recusa do governo central de Mariano Rajoy.
               
O MP apresentou acções contra Puigdemont e o seu governo, com acusações de supostos delitos de desobediência, prevaricação e desvio de fundos públicos. Em caso de condenação, a última acusação, por exemplo, pode provocar uma pena de até oito
anos de prisão.
               
Também exigiu o encerramento do site informativo do referendo e determinou aos meios de comunicação que não divulguem publicidade institucional.
               
A ordem deixa em situação delicada os Mossos d'Esquadra, obrigados a cumprir as determinações do MP, mas politicamente subordinados ao governo regional contra o qual devem actuar.
               
      
              
              
 

Assuntos Polícia  

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