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14 Fevereiro de 2018 | 11h01 - Actualizado em 14 Fevereiro de 2018 | 11h01

EUA: Agentes acusados pela morte por desidratação de detido

Washington - Três agentes penitenciários foram acusados de envolvimento na morte por desidratação de um detido que sofria uma doença mental, cujo advogado disse que morreu "torturado" em 2016, a pedir água, informou a AFP.

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O escândalo mostra o lado obscuro do sistema penitenciário dos Estados Unidos, que tem uma das maiores taxas de detenção do mundo e prende de modo desproporcional negros e latinos.

"As acusações criminais contra funcionários do governo pela morte de um preso são
excepcionalmente raras", disse à AFP Erik Heipt, advogado da família do detido morto.

Autoridades da penitenciária do condado de Milwaukee, Wisconsin, cortaram a água da cela de Terrill Thomas porque o consideravam muito barulhento.

Sete dias depois, Thomas, um afro-americano de 38 anos com distúrbio bipolar, morreu depois de enfraquecer e a perda de 15 quilos.

Foi detido depois de um tiroteio que feriu um homem, depois de disparar dentro de um cassino.

Quase dois anos depois da sua morte, em Abril de 2016, o prefeito e o procurador do distrito anunciaram na segunda-feira acusações criminais contra dois agentes, uma carcereira e um oficial.

A terceira pessoa acusada é a comandante da prisão, que mentiu e escondeu imagens da cela de Thomas sem água.

Assuntos Justiça  

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