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14 Fevereiro de 2018 | 10h47 - Actualizado em 14 Fevereiro de 2018 | 10h58

Presença norte-coreana nos Jogos Olímpicos custa USD 2,6 milhões a Seul

Seul - O Governo de Seul aprovou hoje (14) um orçamento de 2,6 milhões de dólares para cobrir os gastos dos norte-coreanos que viajaram aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang, informaram as autoridades, depois que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, elogiou a hospitalidade do Sul.

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A conta para a estadia dos 22 atletas norte-coreanos que disputam os Jogos vai ser paga de forma separada pelo Comité Olímpico Internacional (COI), informaram fontes do ministério da Unificação à AFP.

A verba destina-se oa pagamento do transporte, alojamento, refeições e outros gastos das 229 animadoras de claque, de uma equipa de demonstração de taekwondo e de 140 intérpretes, de acordo com o ministério.

O Governo de Seul trabalha com cuidado para assegurar que a visita dos norte-coreanos não desobedeça nenhuma das sanções que afectam Pyongyang pelo seu programa nuclear e de mísseis balísticos. O dinheiro vai ser entregue directamente aos fornecedores e não aos funcionários norte-coreanos.

O ministro da Reunificação, Cho Myoung-gyon, disse que a presença dos delegados do Norte em Pyeongchang gera um "impulso chave para melhorar as relações inter-coreanas e assegurar a paz na península coreana".

Ao mesmo tempo, o ministro reconheceu as preocupações geradas pela presença dos norte-coreanos.

"Temos bem clara as regras do COI, as normas internacionais e as sanções contra o Norte", completou Cho, citado pela agência Yonhap.

O líder norte-coreano, Kim Jong Un, agradeceu as boas-vindas de Seul à delegação do seu país, que incluiu a sua irmã, Kim Yo Jong.
               
Durante a viagem, Kim Yo Jong apertou a mão do presidente sul-coreano, Moon Jae-in, apoiou ao lado dele pela selecção unificada de hóquei feminino e transmitiu um convite do seu irmão, Kim Jong Un, para uma reunião em Pyongyang.

Assuntos Olimpismo  

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