Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » Internacional

09 Julho de 2018 | 12h22 - Actualizado em 09 Julho de 2018 | 13h26

Tribunal Supremo da Índia confirma penas de morte por estupro em grupo em 2012

Nova Délhi - O Tribunal Supremo da Índia confirmou nesta segunda-feira as penas de morte impostas a três homens pelo estupro em grupo e assassinato de uma mulher em Nova Délhi em 2012, um caso que comoveu o país e o mundo.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Bandeira da Índia

Foto: ANGOP

Em dezembro de 2012, Jyoti Singh, uma estudante de Fisioterapia de 23 anos, foi violentada com extrema brutalidade por seis homens em um autocarro da capital indiana, diante de seu namorado. A jovem não resistiu aos ferimentos e faleceu poucos dias depois.

"A demanda de revisão dos três condenados foi rejeitada", afirmou A. P. Singh, advogado dos acusados.



Quatro réus foram condenados em Setembro de 2013 por assassinato, estupro em grupo, roubo, conspiração e "atos anti-naturais", após sete meses de julgamento.

Apenas três deles estavam envolvidos na apelação rejeitada nesta segunda-feira.

Um quinto suspeito, o motorista do autocarro, apresentado como líder do grupo, morreu antes do início do julgamento: ele cometeu suicídio na prisão.

O sexto acusado, que no momento do crime tinha 17 anos, cumpriu apenas três anos de prisão, pena máxima prevista para menores de idade. A sua libertação no fim de 2015 provocou protestos em todo o país.

Após a decisão do Tribunal Supremo, os condenados ainda têm a possibilidade de um último recurso legal para comutar a pena capital ou inclusive solicitar o indulto presidencial.

O caso, repleto de simbolismo, provocou uma grande comoção na sociedade indiana e evidenciou a violência cometida contra as mulheres neste país.

A Índia reforçou a legislação contra as agressões sexuais e acelerou os processos judiciais para este tipo de caso.

Assuntos Justiça  

Leia também
  • 02/02/2019 00:12:08

    Brasil: Supremo tribunal federal suspende queixa-crime contra Bolsonaro

    Brasília - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski suspendeu uma queixa-crime apresentada pelo PT contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL) por um vídeo em que, ainda durante a campanha eleitoral, defendeu "fuzilar a petralhada".

  • 01/02/2019 12:32:23

    Jornalistas da Reuters recorrem à Suprema Corte de Myanmar

    Yangon - Os dois repórteres birmaneses da Reuters condenados a sete anos de prisão por uma investigação sobre um massacre de muçulmanos rohingyas pelo exército vão apresentar recurso à Suprema Corte de Myanmar, noticiou a AFP.

  • 01/02/2019 10:07:50

    Defesa de El Chapo diz que processo é "uma fantasia" e pede absolvição

    Nova Iorque - A defesa de Joaquín El Chapo Guzmán sustentou hoje (1) que o processo judicial contra o traficante mexicano é "uma fantasia" e atacou as testemunhas da acusação como "um cortejo de pessoas que mentem e roubam.

  • 31/01/2019 16:11:55

    Espanha trabalha pela libertação de jornalistas detidos em Caracas

    Bucareste - O ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação da Espanha, Josep Borrell, afirmou nesta quinta-feira que o governo do seu país trabalha intensamente pela libertação de quatro profissionais da Agência EFE detidos em Caracas (Venezuela) por soldados do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin).