Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » Internacional

23 Agosto de 2018 | 14h09 - Actualizado em 23 Agosto de 2018 | 14h09

Trump: "Se abrirem um julgamento político contra mim os mercados afundam"

Washington - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira que se for aberto um julgamento político contra ele, após as acusações do seu ex-advogado de ter violado as leis de financiamento eleitoral, "os mercados (financeiros) afundariam" e o crescimento económico seria freado.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

"Se sou censurado, os mercados (financeiros) afundariam. Acho que todo o mundo ficaria mais pobre", afirmou Trump em entrevista à emissora americana "Fox".

Trump insistiu sobre a boa saúde da economia nos EUA, cujo crescimento no segundo trimestre do ano foi de uma taxa anualizada de 4,1%, o que atribuiu às suas políticas de desregulamento e corte de impostos.

"Não sei como se pode censurar alguém que está fazendo um grande trabalho (...) Seriam vistos números que (vocês) não acreditariam, em retrocesso (se for aberto o julgamento político)", acrescentou Trump.

O presidente dos EUA fez estas declarações depois que oseu ex-advogado, Michael Cohen, se declarou culpado na terça-feira para um juiz federal de Nova Iorque de vários crimes e disse que foi o próprio Trump que lhe pediu que pagasse duas mulheres para comprar o seu silêncio durante a campanha eleitoral.

Trump reconheceu estes pagamentos, mas negou que procedessem da sua campanha eleitoral, o que constituiria uma violação das leis de financiamento, e destacou que o dinheiro veio do seu bolso.

A revelação de Cohen instigou as especulações sobre a possibilidade de os democratas abrirem um julgamento político contra Trump se retomarem a maioria da Câmara de Representantes após as eleições legislativas de novembro, mas os líderes da oposição evitaram, por enquanto, fazer promessas sobre esse processo de cassação.

Assuntos Governação  

Leia também