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08 Setembro de 2018 | 17h35 - Actualizado em 08 Setembro de 2018 | 17h35

Exército dos EUA avalia opções caso Síria utilize armas químicas

Nova Delhi - O principal general dos Estados Unidos disse no sábado que está envolvido em "diálogos de rotina" com a Casa Branca sobre opções militares caso a Síria ignore os alertas do país norte-americano sobre o uso de armas químicas no esperado ataque ao enclave de Idlib.

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O general dos Fuzileiros Navais Joseph Dunford, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, disse que nenhuma decisão havia sido tomado pelos Estados Unidos para empregar força militar em resposta a um futuro ataque químico na Síria.

"Mas estamos em diálogo, um diálogo de rotina, com o presidente para nos certificarmos de que ele saiba onde estamos em relação ao planejamento caso armas químicas sejam usadas", disse a um pequeno grupo de jornalistas durante uma viagem à Índia.

Dunford acrescentou posteriormente: "Ele espera que tenhamos opções militares e providenciamos actualizações sobre o desenvolvimento dessas opções militares".

O presidente da Síria, Bashar al-Assad, realocou seu Exército e suas forças aliadas nas linhas de frente no noroeste, e aviões russos se juntaram para realizar o bombardeio de rebeldes ali, em um prelúdio de um ataque amplamente esperado, apesar das ressalvas da Turquia sobre a iniciativa.

Nesta semana, um importante enviado dos EUA disse que há "muitas evidências" de que armas químicas estão sendo preparadas por forças governamentais em Idlib.

A Casa Branca alertou que os Estados Unidos e seus aliados responderiam "rápida e vigorosamente" se as forças governamentais usassem armas químicas em Idlib. O presidente Donald Trump já bombardeou a Síria por duas vezes após o seu suposto uso de armas químicas, em Abril de 2017 e em Abril de 2018.

Apesar disso, Dunford não disse o que espera que Trump faça caso a Síria use armas químicas novamente.

Assuntos Conflito   Diplomacia  

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