Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » Internacional

10 Setembro de 2018 | 17h23 - Actualizado em 10 Setembro de 2018 | 17h22

Bolsonaro permanece em estado grave e precisa de nova cirurgia

São Paulo - Os médicos do Hospital Albert Einstein, em São Paulo (Brasil), afirmaram hoje que a nova cirurgia ao candidato do Partido Social Liberal (PSL), Jair Bolsonaro, será de "grande porte", sendo que o seu estado ainda é grave.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Jair Bolsonaro, atingido quinta-feira por uma facada durante um acto de campanha em Minas Gerais, lidera a corrida eleitoral de Outubro, com 22% das intenções de voto, na primeira sondagem feita após a recusa da candidatura liderada por Lula da Silva (PT).

De acordo com o novo boletim médico revelado hoje, Bolsonaro apresenta sinais de infecção e tem sido alimentado por via endovenosa. O candidato sofre ainda com paralisia intestinal, o que, segundo a equipa médica, é comum em casos semelhantes. O deputado tem feito ainda fisioterapia respiratória e motora.

"O paciente permanece ainda com sonda gástrica aberta e em íleo paralítico (paralisia intestinal), que ocorre habitualmente depois de grandes cirurgias e traumas abdominais", diz a nota divulgada pelo hospital.

A operação já estava planeada para quando o candidato tiver alta, segundo a Globo.

Os médicos explicaram que a mesma só deve acontecer daqui a dois meses e que, por agora, Bolsonaro vai continuar com a "bolsa externa ligada à barriga".

Bolsonaro tem defendido os valores tradicionais da família cristã, o porte de armas e 'prega' que o combate à violência no Brasil, país que atingiu a marca de 63.800 homicídios em 2017, deve ser feito de forma violenta pelas autoridades.

A polícia brasileira deteve o autor confesso do ataque, que disse ter agido "sob o comando de Deus" e atribuiu o crime às suas diferenças políticas e religiosas com a extrema-direita.

Assuntos Saúde  

Leia também