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10 Setembro de 2018 | 08h56 - Actualizado em 10 Setembro de 2018 | 10h30

Líder da oposição do Cambodja libertado sob fiança

Phnon Penh - O líder da oposição do Camboja, Kem Sokha, detido desde Setembro por alegada traição ao Governo, foi libertado sob fiança na noite de domingo, num raro sinal de apaziguamento do Governo.

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Bandeira do Cambodja

Foto: Google/Divulgação

"(Kem Sokha) deixou a prisão e já está em casa", confirmou o advogado, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP). Uma fonte judicial avançou à AFP que o político foi libertado após o pagamento de uma fiança.

O líder do Partido de Salvação Nacional do Cambodja, de 65 anos, foi acusado de traição em Setembro do ano passado, dias depois de ter sido detido em casa, numa operação condenada pelas Nações Unidas e várias organizações internacionais.

À data, o Primeiro-ministro cambodjano, Hun Sen, acusava o líder da oposição de ter conspirado com estrangeiros para o derrubar, numa clara referência aos Estados Unidos.

A meses das eleições legislativas, Hun Sen seguiu com a dissolução do partido da oposição e a proibiu qualquer actividade política durante cinco anos a 118 membros.

A campanha de intimidação levou a que os Estados Unidos e a União Europeia (UE) questionassem a legitimidade e retirassem os observadores das eleições, ao mesmo tempo que ameaçaram o país com sanções económicas.

Em finais de Julho, e sem a participação da principal força da oposição, o partido do Primeiro-ministro cambodjano reivindicou a vitória esmagadora nas eleições.

Kem Sokha, que concordou em assumir as rédeas do partido após a saída de Sam Rainsy, no exílio, ainda corre o risco de ser preso por espionagem. A data do julgamento ainda não foi marcada.

Assuntos Justiça  

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